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06/08/2016 07:00

Ex-vereador esperneia, mas partido o deixa 'no vácuo'

Waldemar Gonçalves

Não gostou nada – “Eles foram sorrateiros”, afirmou o ex-vereador Paulo Pedra (PDT), por não ter conseguido votos suficientes dentro do próprio partido para ser candidato a vereador. Ele diz ter sido “usado” pelos colegas, citando, inclusive, o presidente do partido, deputado federal Dagoberto Nogueira.

‘Fiel’ – Muito mais do que antes, o ex-secretário e ferrenho defensor do atual prefeito afirma que apoiará Alcides Bernal (PP). Assim, contraria orientação dos pedetistas sobre o voto para a candidata Rose Modesto (PSDB).

Troco – Em resposta, Dagoberto afirma que Pedra sempre agiu isoladamente, sem consultar o partido ao tomar decisões importantes. Agora, rebate, o “partido devolveu” ao vetá-lo da possibilidade de ser candidato a vereador. Ainda cutucou, dizendo que o ex-parlamentar vai ficar criando confusão. “Não vai sair disso”.

Sem mentir – Ao oficializar a candidatura à prefeitura de Campo Grande, na noite de quinta (4), Marquinhos Trad (PSD) relembrar sua trajetória política. Afirmou que é possível atuar na vida pública “sem mentir”.

Que carne – Em março, o governo estadual se orgulhou de dizer que a carne fornecida pelo JBS à cidade olímpica no Rio de Janeiro seria de Mato Grosso do Sul. Porém, a Olimpíada começou e até hoje o grupo se nega a detalhar informações sobre a quantidade fornecida. Seria a informação só jogada de marketing do grupo para impressionar políticos?

Voto secreto – Como o PMDB não lançou candidato a prefeito, o ex-governador André Puccinelli (PMDB) foi questionado quem ele apoiaria e votaria na campanha de Campo Grande. Ele brincou dizendo que não revelaria, porque o "voto é secreto".

Velhos tempos – Para avaliar a situação atual do PMDB, o senador Waldemir Moka lembrou que quando foi presidente municipal da legenda, ainda na década de 90, não tinha sequer "livro de ata", mas que o partido se organizou e elegeu seguidos prefeitos e governadores, como Wilson Barbosa Martins e André Puccinelli.

Impeachment – Moka também falou sobre o processo de impeachment de Dilma Rousseff (PT). Ponderou que na semana que vem o plenário avalia a decisão da comissão, em que ele faz parte, e no final do mês terá o julgamento final. "Creio que já existam no mínimo 58 votos a favor do impeachment, já que será maior do que foi na primeira fase".

Momentos difíceis – Para tentar animar a militância do PMDB, que não terá candidato a prefeito na Capital, o deputado federal Carlos Marun disse que a eleição deste ano, só com chapa de vereadores, será uma "retomada" em Campo Grande. O partido, diz ele, viveu "momentos difíceis", mas que se encerravam ontem.

Vice rebelde – Em Coxim, por exemplo, o atual vice-prefeito, Edilson Magro (PMDB), se negou a seguir orientação do partido para que compusesse a chapa da reeleição, encabeçada pelo prefeito, Aluísio São José (PSB). "Não aceitei por questões pessoais. Estou precisando cuidar de um escritório de advocacia", justificou-se.

(com Leonardo Rocha, Mayara Bueno e Priscilla Peres)

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