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04/10/2013 06:00

Governador e benfeitores pressionam "agronegócio"

Edivaldo Bitencourt

Indireta – Durante o lançamento da Casa Cor, não faltaram menções indiretas para a Famasul, a poderosa entidade do agronegócio no Estado. No Mato Grosso, o projeto foi lançado para ajudar o Hospital do Câncer e teve o aval da Aprosoja (Associação dos Produtores de Soja). Durante o evento, ontem de manhã no Hospital do Câncer, os organizadores ficaram insinuando e repetiram, a exaustão, que a Aprosoja tem a mesma importância da Famasul.

Cheque – O governador André Pucinelli entrou na onda dos “benfeitores” e incumbiu a secretária de Produção, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, de arrancar o “cheque bem escrito” dos produtores rurais. Ele disse que não será preciso nem pedir para a secretária cumprir a missão.

Desqualificados – O presidente do Conselho Distrital Indígena do Estado (Condisi), Fernando Souza, revelou, em depoimento à CPI da Saúde da Assembleia, que os gestores da saúde indígena não possuem perfil adequado. Ele disse que eles não conhecem a cultura, a linguagem e a realidade indígena.

O poder subiu na cabeça – Já o coordenador da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai/MS), Nelson Carmelo Olazar, foi duramente criticado por Fernando. Ele disse que “o poder subiu na cabeça” do coordenador. Antes de assumir a pasta, ele era humilde e acessível. Agora, enfrenta a fúria da nação indígena sul-mato-grossense.

Ainda... – Os vereadores brincaram, ontem, com o prazo final para mudar de partido, até amanhã (5). Flávio César (PTdoB) chamou Carlos Augusto Borges, o Carlão, como vereador “ainda no PSB”. Também estendeu a brincadeira a Paulo Siufi e Gilmar da Cruz, “ainda no PMDB e PRB”, respectivamente.

Dilema de Hamlet - O vereador Eduardo Romero vive o dilema de Hamlet, fica ou muda de partido. Ele pode trocar o PTdoB pelos novos partidos, PROS e Solidariedade. O parlamentar também sonha com o Rede, da ex-senadora Marina Silva, que ainda depende do aval da Justiça.

Senador – O PP tem nomes importantes para as eleições de 2014. O partido se prepara para agir como “gente grande” em 2014, podendo lançar até candidato ao Senado, segundo o presidente municipal, o vereador Cazuza. No entanto, ele não revela nomes sondados para a importante tarefa. “Se não tiver composição, o partido vai lançar candidato”, afirmou, para acalmar os aliados, PSDB e PT.

Fica – Em briga e sem diálogo com o prefeito Alcides Bernal, o vice-prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte, não deve deixar o PP. E ainda, segundo Cazuza, poderá disputar qualquer cargo, até a deputado federal, nas eleições de 2014.
Reitora – O grupo contra a reitora da UFMS, Célia Maria Oliveira, vai aproveitar a visita do ministro Aloizio Mercadante, da Educação, para entregar o dossiê contar a dirigente da Universidade Federal. Eles querem a intervenção na instituição e o afastamento de Célia, que enfrenta uma “onda” de processos no Ministério Público Federal.

O carro do Bernal – O prefeito Alcides Bernal (PP) também anda sonhando com um carro novo. O prefeito andou curtindo um veículo de luxo da marca Hyundai na sua página no Facebook. Agora, fica a pergunta, ele ou a prefeitura vai comprar o carro novo.

24 horas - Os partidos políticos vão passar as últimas horas em clima de big brother. Os dirigentes partidários terão 24 horas, de hoje até amanhã, para reforçar o tabuleiro de xadrez para as eleições de 2014, para fortalecer as candidaturas a governador, senador, deputados federais e deputados estaduais. 

(colaboraram Bruno Chaves e Kleber Clajus)

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