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No "ciclo do fogo", Pantanal é homenageado na época da cheia

Por Silvia Frias, Adriel Mattos e Nyelder Rodrigues | 04/10/2021 06:00
Jacaré foi fotografado na linha d'água no Pantanal, na região da Nhecolândia. (Foto: Luciano Candisani)
Jacaré foi fotografado na linha d'água no Pantanal, na região da Nhecolândia. (Foto: Luciano Candisani)

Homenagem - Apaixonado pelo Pantanal, o fotógrafo Luciano Candisani lançou o livro Terra d´Água Pantanal, em que publica fotos produzidas nos últimos 10 anos no bioma.

Flagrantes - As imagens foram captadas nos rios, corixos, vazantes, lagoas, baías, salinas e campos inundados. “A água molda a paisagem e controla a vida no Pantanal”, conta o fotógrafo na abertura do livro. O jacaré no rio foi flagrado na vazante da Nhecolândia.

Contraste - As expedições foram feitas nos períodos de cheia do Pantanal e retratam paisagem muito diferente dos dias atuais, em que o bioma é severamente atingido pelas queimadas. Este ano, já foram detectados 6.103 focos de incêndio, 765 somente em outubro.

Reboco na Justiça - A empresa Predial Construções LTDA foi a escolhida e contratada para reformar o Fórum Eleitoral de Campo Grande, pelo valor de R$ 761,9 mil. O prazo de término da obra, que tem como ênfase segurança e acessibilidade, é de um ano.

Comoção - A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em Nova Alvorada do Sul alugou ônibus para levar parte do grupo formado por 11 casais de amigos do ex-prefeito de Diamantino (MT), Eduardo Capestrino e da esposa dele, Suzana Dalmolin, para Campo Grande.

Mobilização - Os dois viajavam de moto com os amigos e morreram em acidente na BR-163, quando a moto conduzida por Capestrino bateu em uma carreta. Os motociclistas optaram em permanecer na cidade até o translado dos corpos, enquanto as mulheres vieram para capital providenciar o retorno a Mato Grosso.

Made in Brasília – O modus operandi de testemunhas e investigados da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid-19, em Brasília, foi adotado em Ribas do Rio Pardo, onde outra CPI está em atuação e investiga irregularidades em contrato de contabilidade.

Anulado - A prefeitura contratou a empresa ASP – Serviços de Assessoria e Consultoria Empresarial e Governamental por R$ 96 mil, e após requerimento da vereadora Tania Ferreira (Solidariedade) apontando que a empresa teria apenas quatro meses, anulou o contrato. O prefeito João Alfredo Danieze justificou que a procuradoria identificou as irregularidades e decidiu pela anulação.

Blindagem - Na quinta-feira (30), um advogado compareceu à CPI para apresentar habeas corpus para cinco testemunhas, que garantiram o direito de permanecerem em silêncio. O procurador-geral Guilherme Tabosa até foi, mas também não depôs, citando o Código Penal e o estatuto da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) sobre a proibição de ouvir procuradores

Plano A - O prefeito João Danieze foi à Justiça tentar barrar a investigação na sexta-feira (1º), mas o juiz Idail de Toni Filho negou o pedido. “O exame liminar (...) não permite vislumbrar indícios da irregularidade na constituição da CPI”, escreveu.

Plano B - Sem conseguir encerrar os trabalhos, Danieze obteve liminar para não comparecer na comissão. Com as manobras, das 13 testemunhas citadas, só três servidores prestaram depoimento.

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