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Jogo Aberto

Novo presidente do TJMS prevê poucas mudanças em chefias

Por Marta Ferreira e Anahi Zurutuza | 13/01/2021 06:00
Carlos Eduardo Contar, desembargador que assume presidência do TJMS no dia 22. (Foto: Divulgação)
Carlos Eduardo Contar, desembargador que assume presidência do TJMS no dia 22. (Foto: Divulgação)

Nova direção – Chegou a correr boato nos bastidores do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) de que o presidente a assumir o órgão no dia 22 de janeiro adotaria providência incomum nas trocas de gestões: mudaria todos os “chefes”. O desembargador Carlos Eduardo Contar nega essa intenção.

Poucas mudanças – À coluna, ele disse que devem ser “duas ou três trocas”. Diferente dos outros poderes, onde a cada gestão existem muitas alterações nos cargos de confiança, na Corte isso não costuma ocorrer e Contar afirmou que pretende manter esse comportamento.

Desleal – Gerou polêmica entre produtores de eventos em Campo Grande a abertura da nova sede da Comunidade Evangélica Aliançados, no prédio onde funcionou por cinco anos o Diamond Hall. “Estou sem fazer eventos há dez meses”, pontou dona de empresa especializada em formaturas, em postagem do Instagram, na qual se diz indignada.

Cheio – O culto da comunidade evangélica lotou o Diamond Hall no sábado à noite. A igreja é a mesma que já provocou diversas reclamações por aglomerações.

Cenas da pandemia – O hospital da Cassems, em Campo Grande, exibe imagem que traduz bem o impacto da crise sanitária provocada pela covid-19. Há um piano na recepção, mas está “desativado”.

Por motivos de... -  Em cima do instrumento musical, a explicação é direta numa plaquinha.  O hospital informa que a música teve de ser suspensa para obedecer os critérios de prevenção à doença. A regra é reduzir ao máximo a presença de pessoas.

 Ninguém – Na porta, quem chega ao estabelecimento de saúde também é logo informado da “visita zero”. É outro cuidado que está sendo adotado na rede hospitalar como forma de evitar o risco de contágio pela doença, que já matou mais de 2,5 mil pessoas no Estado.

Conversa de consultório – Em consultório médico de Campo Grande nesta semana, o assunto era o ex-ministro da Saúde sul-mato-grossense, Luiz Henrique Mandetta. Ele teria feito uma visita a um dos médicos da clínica e comentado sobre suas pretensões políticas futuras.

Governador ou presidente – Os interlocutores revelavam que Mandetta disse querer se candidatar em 2022, ou a governador ou ousaria candidatura mais ambiciosa, tentando chegar o cargo de chefe máximo da nação.

Chapa – Para compor chapa com mais visibilidade, ainda de acordo com o diálogo entre os profissionais do consultório, o Democratas estaria estudando convidar o também ex-ministro do governo Bolsonaro, Sergio Moro. Tanto médico quando o ex-juiz foram demitidos por contrariarem o atual presidente.

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