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Para celebrar acordo com Damha, "baladeiro" fez festinha "de leve"

Por Anahi Zurutuza | 30/11/2020 06:00
Entrada do Residencial Damha 3, condomínio de luxo da Capital palco de "barracos" entre vizinhos que foram parar na Justiça (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)
Entrada do Residencial Damha 3, condomínio de luxo da Capital palco de "barracos" entre vizinhos que foram parar na Justiça (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)

“De leve” - Para comemorar acordo de R$ 150 mil firmado com o Parque Residencial Damha 3 para que não seja expulso do condomínio, o empresário Aloisyo José Campelo Coutinho, de 43 anos, deu uma festinha. Mas, foi uma reuniãozinha “de leve”, sem som alto.

Baladeiro – Para quem não conhece a história, Aloisyo ficou conhecido pelas festas de arromba, regadas a álcool e drogas, segundo uma ex-funcionária. O empresário chegou a ser preso após ter sido alvo de inúmeras reclamações dos vizinhos, seja pelo 190 da PM (Polícia Militar) ou no livro de anotações do residencial, e também de multas aplicadas pelo condomínio por perturbação do sossego.

Condições – Cansados, moradores do Damha 3 decidiram expulsar o “baladeiro” em assembleia e entraram com ação na Justiça. Mas, na quarta-feira passada (25), dia da festinha, acordo foi homologado. Para ficar, o empresário terá de desembolsar R$ 150 mil – R$ 101 mil referentes às multas administrativas devidas ao condomínio e R$ 50 mil dos gastos da associação de moradores com honorários advocatícios.

Sem balada – Aloisyo chegou a ser proibido pela Justiça, também por consequência de ações judicias, de fazer festas em casa. Já no acordo, o empresário se compromete a “respeitar a harmônio, a boa convivência e a tranquilidade no âmbito do condomínio”, cumprindo fielmente as regras previstas no regime interno do local. Caso contrário, basta que dois moradores protocolem novas ocorrências contra ele, para que a decisão pela expulsão volte a valer.

Conciliação – Começa hoje e seguirá até o dia 4 de dezembro a 15ª edição da Semana Nacional de Conciliação do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), que tem o objetivo de promover acordos, como o feito entre Aloisyo e o Damha 3.

Prevenção – Neste ano, em virtude da pandemia de covid-19, as sessões de conciliação serão feitas por meio de videoconferência. Estão agendadas 386 audiências on-line pelo portal do TJMS. No ano passado, a mobilização ocorreu de 4 a 8 de novembro, sendo realizadas 2.858 audiências em Mato Grosso do Sul, que totalizaram R$ 6.644.660,59 em acordos homologados pela Justiça.

Sumiço – A fronteira pegando fogo, o sogro, Fahd Jamil, 79 anos, na mira da Polícia Federal e “desaparecido”, mas para alguns integrantes da família do “Rei da Fronteira”, vida que segue. No dia 11 de novembro, Melany Georges, esposa de Flávio Georges, estava preocupada mesmo com o sumiço da cachorrinha, Kiara.

Má notícia – A cadela foi encontrada e a boa notícia foi divulgada com agradecimento em rede social, dias antes da família ser surpreendida com acontecimento trágico. Dois sobrinhos de “Fuad” estavam entre os quatro homens executados e enterrados em uma cova rasa na zona rural de Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia vizinha de Ponta Porã (MS), a 323 km de Campo Grande. Os cadáveres foram achados no dia 26.

Tranquilo - Após um primeiro turno marcado por tentativa de invasão hacker e problemas técnicos na contabilização dos votos, o 2º turno aparentemente foi mais tranquilo. Presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Luís Roberto Barroso, porém, não quis cantar vitória antes da hora. Antes do término da apuração, disse apenas que estava “tudo relativamente tranquilo, tudo sob controle”.

Presos – Balanço atualizado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, registra que, até as 17h, logo após o encerramento da votação, neste domingo de eleições, 296 ocorrências foram registradas e 64 prisões ou conduções foram realizadas.

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