A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Sábado, 21 de Outubro de 2017


  • Jogo Aberto
  • Jogo Aberto

    jogoaberto@campograndenews.com.br


15/08/2014 06:00

Pesquisa impõe desafios diferentes para candidatos a governador

Edivaldo Bitencourt

Presente! - Edson Shimabukuro correu para registrar presença na contagem de quórum para votações na sessão de ontem da Câmara Municipal. De trás de uma parede do plenário, sorrindo e dando “tchauzinho”, ele fez questão de declarar um sonoro “presente” para não ficar de fora.

Dormiu no ponto – O vereador Loester Nunes acabou cochilando durante votação de projetos, ontem (14), na Câmara. A questão só foi percebida após o primeiro secretário Delei Pinheiro chamá-lo e logo disparar: “Ih, dormiu”. Coube, então, a Otávio Trad acordar o parlamentar com um toque no ombro.

Produtiva – Após encerrar a sessão sem aprovar nenhum projeto na terça-feira, os vereadores tiraram o atraso para fechar a semana. Foram cinco projetos, inclusive o fechamento da Rua 7 de Setembro para ampliação e reforma do Mercado Municipal Antônio Valente, o Mercadão.

Reafirmou – O candidato a senador Antônio João (PSD) mudou o discurso, mas reafirmou que houve comemoração da morte do presidenciável Eduardo Campos (PSB). Ele isentou o senador Delcídio do Amaral (PT) da festa. Mas reafirmou que alguns assessores teriam feito festa com a tragédia.

Pesquisa – As pesquisas começam a esquentar a disputa pela sucessão do governador André Puccinelli (PMDB). A situação não é tranqüila para nenhum candidato, nem para quem ainda lidera com folga. No Ibrape/Fiems, Delcídio está com 44%, seguido por Reinaldo Azambuja (PSDB) com 21% e Nelson Trad Filho (PMDB), com 20%.

Primeiro turno – Delcídio assumiu, ontem, o discurso de que trabalha para encerrar a disputa no primeiro turno. O desafio é crescer um pouco para obter 50% mais um voto e ganhar no primeiro domingo de outubro. Hoje, ele está com 44%, contra 45% dos adversários.

Segundo lugar – Azambuja cresceu três pontos, dentro da margem de erro. O desafio do tucano será manter o ritmo para continuar nesta posição e garantir uma vaga no eventual segundo turno. A principal aposta será o horário eleitoral, que começa na terça-feira.

Governo – Nelsinho está em terceiro, mas pode estar em segundo considerando-se a margem de erro de 3%. Ele também aposta no horário eleitoral para amplificar para o interior, onde ainda precisa ser mais conhecido, para divulgar as ações e obras como prefeito de Campo Grande. Foram dois mandatos. Também defenderá o legado do PMDB no Governo do Estado.

Presidencial – O PMDB em Mato Grosso do Sul não vai se alinhar automaticamente à campanha de Marina Silva, cotada para assumir a vaga de Eduardo Campos. Segundo Carlos Marun, o partido vai se reunir para discutir o caminho na sucessão presidencial.

Dividido – O governador André Puccinelli deve manter o apoio à Dilma Rousseff (PT). No entanto, os peemedebistas podem se dividir entre a campanha dela, de Marina Silva, se for oficializada, e de Aécio Neves (PSDB). Nas últimas eleições, o partido marchou com o PSDB no Estado.

(colaboraram Kleber Clajus e Leonardo Rocha)

Crise da JBS rouba atenção de Temer
Foco na JBS - No Governo do Estado, a vinda do presidente Temer a Mato Grosso não teve a mobilização típica de visitas anteriores de presidentes. Na ...
Temer oscilou sobre decisão de vir para agenda em MS
Às pressas – A vinda do presidente Michel Temer para Mato Grosso do Sul neste sábado foi confirmada em cima da hora. A coluna apurou que tudo indicav...
Detran de MS avalia adesão a parcelar multa no cartão
Ainda não sabemos – O Detran de Mato Grosso do Sul avalia se vai fazer convênios que permitam parcelamento de multas no cartão de crédito. A autoriza...
Delcídio foi "fantasma" em sessão que manteve Aécio
Lembrado – O ex-senador e ex-petista Delcídio do Amaral está longe do Senado desde maio de 2016, quando foi cassado, mas nesta terça-feira foi bastan...



imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions