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Jogo Aberto

Preço da tarifa poderia cair bem mais

Por Ângela Kempfer | 22/06/2013 07:05

Meia boca - O prefeito Alcides Bernal poderia reduzir mais a tarifa do ônibus. Só com o corte tributário estabelecido pelo Governo Federal, a queda seria de  R$ 0,12. Mas o valor ficaria bem mais popular se ele reduzisse alíquota de ISS. Ele pode cobrar entre 2% e 5%, mas prefere impor o índice máximo.

Pedido negadoOs vereadores pediram ao dono do estacionamento localizado em frente a Câmara, que ele retirasse as faixas de protestos que foram colocadas durante a manifestação de quinta. O empresário, além de não ouvir os nobres parlamentares, ainda foi lá e colocou a sua, dizendo ser favorável às criticas.

Apenas um - Apenas o vereador Eduardo Romero (PT do B) participou da audiência pública que discutiu a economia solidária nesta sexta-feira na Câmara.

Rapidinhas - A vereadora Grazielle Machado (PR) chegou a abrir o evento, porém pediu permissão para sair, já que tinha outros compromissos. A professora Rose (PSDB) só deu uma "passada", mas também não se animou com a discussão.

Alvos - Os funcionários da Câmara saíram mais cedo na quinta para evitar contato com os manifestantes. Eles já sabiam que a Casa de Leis estava no roteiro do protesto e então se adiantaram para não haver confronto.por fim, reclamaram que viraram alvos, apesar de não terem café reforçado.

Fechado – O portal da transparência da Assembleia Legislativa parece não entender bem o espírito da coisa. Para acessar a relação de funcionários, por exemplo, é preciso de senha.

Festinha - A manifestação de quinta-feira em Campo Grande mais parecia show dos Rebeldes. Um grupo teve dinheiro para imprimir faixas com a frase “Fora Dilma”, ao moldes das peças que são distribuídas em eventos de adolescentes.

Exagerou - E teve o cumulo do mau gosto entre as frases dos manifestantes. O ex-diretor do Samu, Eduardo Cury, levou um banner que dizia: “Dilma vá curar seu câncer em Cuba e depois se interne no Maracanã”.

Lado bom - Mas para não dizer que foi ruim, esses foram alguns dos poucos lados feios da festa democrática. As 40 mil pessoas (dados oficiais) que saíram às ruas fizeram bonito e para um protesto dessas dimensões, nem o lixo foi demasiado.

Mais uma vítima - O ex-prefeito de Dourados, Ari Artuzi, garante que também foi vítima da Máfia do Câncer. Ele acaba de passar por uma cirurgia para retirada de um tumor no intestino e jura que só enfrentou a operação porque ficou durante todo o tratamento bebendo água no lugar de remédio.

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