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Jogo Aberto

PT perde ação e fica sem água e telefone

Por Edivaldo Bitencourt | 01/10/2013 06:00

PT no “vermelho” – O PT de Campo Grande está em grave crise financeira. O diretório municipal está com a água e o telefone cortados por falta de pagamento, conforme informações extra oficiais. O partido elege o novo presidente em novembro e três presidentes disputam o comando.

Ação – A causa da inadimplência petista é uma ação na Justiça do Trabalho, que acabou sendo ganha por um funcionário da sigla. O PT, que sempre militou em defesa do direito dos trabalhadores, foi condenado a pagar indenização de aproximadamente R$ 120 mil. O juiz bloqueou as contas para garantir o pagamento dos direitos trabalhistas.

Impaciência pública – A irritação dos corintianos se tornou pública durante o jogo contra a Portuguesa no Estádio Morenão. Aos 40 minutos do segundo tempo, um torcedor fanático conseguiu falar no alto-falante do estádio que acabou a paciência da torcida com o Corinthians, que perdeu por quatro a zero a oitava partida consecutiva.

Alvo – Esta não é a única dor de cabeça para o empresário Eduardo Maluf, que trouxe a partida para Campo Grande. Ele também caça o irresponsável que atirou uma garrafa de água no bandeirinha e pode levar a o timão a perder 10 mandos de campo. É muita punição por causa de uma garrafa para quem precisa do apoio da torcida para sair da má fase.

Prazo – Na última semana, os deputados e vereadores começam a definir a estratégia para as eleições de 2014 em Mato Grosso do Sul. O prazo acaba sexta-feira e os partidos novos, PROS e Solidariedade, aumentaram o assédio sobre os parlamentares de MS para “criar raízes” no Estado.

PMDB – O principal alvo dos partidos é o PMDB, do governador André Puccinelli (PMDB). No entanto, apesar dos boatos, a única informação que ganha força é a saída do deputado federal de Dourados, Marçal Filho.

Parecer técnico – O presidente da Câmara, Mario César (PMDB), e o líder do prefeito, Marcos Alex (PT), não chegaram a um acordo sobre o encaminhamento da Comissão Processante. O petista insiste que o caso só tenha prosseguimento com parecer técnico. O peemedebista perdeu a paciência, já que a casa é política e pode julgar Alcides Bernal politicamente.

Uma comissão por dia – Preocupado com a pressão para cassar o prefeito, Alex do PT prevê a votação de uma comissão processante por dia no legislativo municipal. “Agora, vai ser assim, votaremos indicação, requerimento e Comissão Processante”, ironizou o líder do prefeito.

Calhamaço – Ex-desafetos de Alcides Bernal, Raimundo Nonato e Luiz Pedro Guimarães levaram um “calhamaço” de papel para embasar o pedido de afastamento do prefeito. Já o autor do primeiro pedido, aposentado Eder Sanches da Cruz, resumiu a argumentação em uma única página e usou o termo prevaricação para pedir a cassação de Bernal.

PP – O prefeito da Capital já conseguiu um "reforço" para o partido em Campo Grande. Ele filiou o ex-prefeito de Maracaju, Celso Vargas, que poderá disputar cargo eletivo na próxima eleição. Outra fiel escudeira do prefeito, Ritva Cecília Vieira, que comanda a Agência de Regulação, também já se filiou ao partido.

(colaboraram Helton Verão e Kleber Clajus)

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