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15/03/2011 06:00

Reeditado

Jogo Aberto

Em reunião na Assomasul, ao ser levantada pergunta sobre o Estado não ter recebido R$ 9,8 milhões empenhados pela União no ano passado, o governador André Puccinelli perguntou se alguém poderia discordar que, desde que assumiu o governo, MS foi o Estado que menos recebeu transferências federais.

Questionado se fazia uma queixa, André foi direto: “não faço queixas, faço constatações” e mandou o recado: “Se eles ajudaram Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santos, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, porque não vão nos ajudar? Vão sim”, esbravejou.

O senador Waldemir Moka (PMDB) fez uma brincadeira com o deputado federal Antônio Carlos Biffi (PT) que, segundo ele, havia completado 60 anos na quarta-feira passada. “Em cada perna”, disse o governador, engrossando a brincadeira. Na verdade, o parlamentar completa 60 anos no dia 9 de março do ano que vem.

Por falar em presenças, o governador comentou que enviou, por email, para ter como provar, o convite a um deputado federal faltoso. “O sujeito nem se justificou”, disparou. No time de faltosos, apenas Luiz Henrique Mandetta e Vander Loubet, mas pela escala de afinidades, o puxão de orelha deve ter ido para o último.

O prefeito de Porto Murtinho, Nelson Cintra, ocupou a palavra e questionou, os senadores Delcídio e Moka as burocracias encontradas pelas prefeituras, temendo ter obras cortadas pela União. Para responder, o petista deu puxão de orelhas em Cintra.

“O senhor não estava prestando atenção, pensando na sua Porto Murtinho, na beira do rio ou em outra pessoa que nem devemos dizer o nome”, sugeriu. “É o Zeca do PT”, cutucou Moka, que estava ao lado, arrancando risos da plateia.

Diversas vezes durante no encontro na Assomasul, a vice-governadora, Simone Tebet, disse sentir-se em casa: “eterna prefeita que sou”. Ex-prefeita de Três Lagoas, Simone também já ocupou cargo na diretoria da entidade.

Durante uso da palavra no encontro, a senadora Marisa Serrano iniciou discurso garantindo: “vou ser rápida”. Mas ao encorpar sua postura de oposição ao Governo Federal, disse que tinha liberdade para fazer críticas e acabou, com muita empolgação, descumprindo a promessa inicial.

O senador Delcídio Amaral, perto do encerramento da reunião, considerou o encontro positivo e disse que era importante a bancada estar reunida para “afinar a viola” e não desafiná-la.

O prefeito Nelsinho Trad vai reeditar slogan de campanha da década de 80, criada pelo ex-prefeito Lúdio Coelho. Diante dos prejuízos causados pela chuva, Nelsinho anunciou o “Mãos à Obra Campo Grande”. Na época, a ação da prefeitura de Campo Grande chamava-se só “Mãos à Obra”.

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Isso mesmo, prefeito! Estamos juntos com você nas intervenções da cidade, com cada um fazendo seu papel: não sujando a cidade, respeitando as leis, sendo prudentes no trânsito e exigindo do poder público o cumprimento de seu papel. É isso que esperamos! A população quer ve a cidade voltar a ser o que era: a Bela Morena!
 
Aldemir Silveira em 15/03/2011 05:28:59
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