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Revenda no residencial Canguru é típico "negócio de grego"

Por Gabriela Couto, Gabriel Neris, José Roberto dos Santos e Cleber Gellio | 04/07/2022 06:00
Residencial Jardim Canguru, em Campo Grande, tem 18 blocos e 300 apartamentos de 47 m² em média. (Foto: Arquivo/Subcom MS)
Residencial Jardim Canguru, em Campo Grande, tem 18 blocos e 300 apartamentos de 47 m² em média. (Foto: Arquivo/Subcom MS)

Whats-denúncia – Claudio Marques Costa Junior, diretor de Atendimento, Administração e Finanças da Amhasf (Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários) diz que a Prefeitura da Capital não recebeu, formalmente, denúncia de negociações ilegais dos apartamentos entregues na semana passada no Jardim Canguru. Mas que algumas postagens chegaram no seu Whatsapp. “Para mim chegaram mais de dez, às vezes até o mesmo [caso]”.

Acompanhamento – Além da entrega das chaves, a prefeitura fiscalizará se os contemplados tomaram posse, encaminhará ao mercado de trabalho e seguirá por dois anos até que todos estejam vivendo “harmoniosamente”. “Estaremos presente durante 24 meses no empreendimento”, disse à coluna.

Negócio arriscado – Embora haja um mercado paralelo nervoso envolvendo imóveis de programas habitacionais, no caso do Residencial Jardim Canguru, os apartamentos, pela faixa que foram financiados, não podem ser vendidos até que todas as parcelas sejam quitadas.

Subsídio é dívida – Porém, se o mutuário quitar o imóvel antecipadamente ele poderá realizar a venda. O portal da Caixa Econômica Federal lembra que ao quitar o financiamento antecipadamente o mutuário terá de pagar também o valor do subsídio concedido pelo governo federal. O que pode tornar a operação financeiramente inviável.

PT confirmado – O Partido dos Trabalhadores se reuniu neste sábado (2) de forma virtual para o encontro estadual do partido. Na oportunidade foram discutidos o plano de governo e a tática eleitoral de 2022. Os debates confirmaram a importância da candidatura própria para governo do Estado com Giselle Marques e, para o Senado, com Tiago Botelho.

Errou o nome – O professor Tiago Botelho, pré-candidato ao Senado pelo PT enfrenta dificuldades com a grafia do nome até mesmo pela assessoria de imprensa do partido. Em release disparado para os órgãos de comunicação, o nome dele veio com "h" onde não tinha.

Ponto preferido – Os imóveis da Avenida Afonso Pena voltaram a ser os preferidos para candidatos das eleições deste ano. Já é possível encontrar QG's sendo instalados na principal via da Capital. A população vai ver se repetir a preferência dos políticos que já aconteceu na eleição de prefeito de 2020.

No buraco – O prefeito de Ivinhema, Juliano Ferro (União Brasil), município a 289 km de Campo Grande, publicou vídeo dentro do buraco de tubulação das galerias fluviais da cidade. Nas imagens ele mostra a situação dos canos entupidos e critica as gestões anteriores. "E lugar que só fez serviço porco, é esse Ivinhema."

Covid – O secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruck, está com covid-19. Ele não participou da agenda de entregas da pasta na última sexta-feira (1), quando o próprio governador Reinaldo Azambuja (PSDB) revelou o motivo da ausência no discurso.

Vaga para corno – Durante andanças no interior, deputado estadual Herculano Borges (Republicanos) encontrou a sede da Associação dos Desocupados de Aquidauana. No banner de divulgação do estacionamento do local foi possível ver lugar exclusivo de vaga para corno.

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