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Risco de "cai cai" vai marcar feriadão na prefeitura

Edivaldo Bitencourt | 21/12/2013 07:00

Torcida – O arquiteto e ativista cultural Ângelo Arruda foi com a camiseta do Brasil para a solenidade de assinatura da destinação de 1% para a cultura. Ele comemorou a conquista de uma luta antiga da categoria.

Camiseta 11 – O prefeito Alcides Bernal (PP) continua obcecado pelo número do seu partido. Ontem de manhã, ele sugeriu que Ângelo trocasse o número da camiseta da seleção de 10 para 11. “Vou te dar uma camiseta com o número 11”, brincou o chefe do Executivo.

Alfinetada – O prefeito aproveitou a solenidade para alfinetar o oposicionista Eduardo Romero (PTdoB). Ele disse que o parlamentar não deve estar presente apenas nas horas boas, mas também nos momentos de dificuldade. Romero é um dos 20 parlamentares na oposição na Câmara Municipal.

Palavra – Bernal acabou causando risos ao se referir aos ataques feitos pela oposição. “Não pode aparecer na hora boa e depois dar pau no Bernal”, comentou. E em seguida, corrigiu-se, trocando a palavra “pau” por “palavras no Bernal”.

Esperança – A desembargadora Tânia Garcia Borges é a grande esperança do prefeito Alcides Bernal de evitar o julgamento pela Câmara Municipal. Após perder ações na primeira e segunda instância, ele ingressou com novo pedido para suspender a Comissão Processante da Câmara Municipal.

Dia – A Câmara deve votar a eventual proposta de cassação do mandato de Bernal na segunda-feira, 30 de novembro, penúltimo dia do ano. Ou seja, a virada do ano promete ser movimentada em Campo Grande, com um entra e sai na Prefeitura da Capital.

Feriadão tenso – O recesso de Natal e Ano Novo promete ser tenso no Paço Municipal. Além da Justiça, Bernal corre contra o tempo para ganhar 10 votos na Câmara Municipal e evitar a perda do mandato. Até o momento, ele ainda não usou a caneta para conquistar o PTB, que sonha acordado com a Agetran, e o PDT, que continua de olho na Emha.

Cai, cai – A situação vai ser complicada para os detentores de cargos de confiança na prefeitura, que podem cair com a reforma de Bernal. A situação mais difícil é dos presidentes da Emha, Antônio Cândido, e da Agetran, Kátia Castilho, que estão com os nomes na frigideira.

Na hora – O presidente da Associação dos Promotores de Justiça, Alexandre Magno Benites Lacerda, foi surpreendido, ao iniciar pronunciamento, com o toque do Hino de Mato Grosso do Sul. A platéia, que contou com autoridades com o governador André Puccinelli (PMDB) e o procurador-geral de Justiça, Humberto Brittes, caiu na gargalhada com a coincidência.

Cassems – O governador André Puccinelli sancionou a lei que eleva a contribuição para a Caixa de Assistência dos Servidores (Cassems). O percentual passa de 3,5% neste ano para 3,75% em 2014. O índice vai subir gradativamente, até chegar a 5,25% em 2020.

(colaboraram Kleber Clajus e Lidiane Kober)

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