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14/11/2014 06:00

Se escândalo respingar em Renan, MS pode comandar Congresso

Edivaldo Bitencourt

Reuniões – A equipe de transição definiu 11 reuniões até o dia 21 de novembro deste ano. A partir de hoje, o grupo vai se reunir com os representantes de todas as secretarias para destrinchar os números da administração estadual.

Cobrança – Uma das decisões que caberá ao governador eleito, Reinaldo Azambuja (PSDB), será a cobrança pelo uso da água. Atualmente, apesar da previsão em lei, Mato Grosso do Sul não regulamentou a medida, que visa garantir a preservação dos recursos hídricos.

Obras – O Aquário do Pantanal, que não será concluído neste ano, também será outro desafio para o Governo tucano. A obra teve investimentos de R$ 155 milhões. O atual governador, André Puccinelli (PMDB), adiantou que deixará dinheiro em caixa e todo o cronograma de conclusão definido.

Em alta – Se a operação Lava Jato respingar no atual presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), Mato Grosso do Sul pode ser beneficiado. Caso ele não dispute a reeleição, o senador Waldemir Moka (PMDB) está no páreo para comandar o Congresso.

Liderança – Moka disputa com o senador Eunício Oliveira, do Ceará, também a indicação para ser o líder do PMDB no Senado. Ele está em alta, principalmente, por ter bom trânsito entre os parlamentares de todos os partidos.

Sorte – Mato Grosso do Sul se beneficiou de uma crise semelhante. O então senador Ramez Tebet (PMDB) virou consenso no partido após denúncias envolvendo os senadores Antônio Carlos Magalhães e Jader Barbalho.

Luto – O poeta Manoel de Barros, que morreu às 8h05 de ontem, foi homenageado pela Câmara dos Deputados com o mérito legislativo. No entanto, já doente, ele não conseguiu comparecer à solenidade de entrega em 4 de dezembro do ano passado. A homenagem foi do deputado federal Antonio Carlos Biffi.

Assunto – O maior poeta da história de Mato Grosso do Sul e um dos maiores do País recebeu todas as homenagens dos políticos. O governador André Puccinelli decretou luto oficial de três dias. O governador eleito, Reinaldo Azambuja, também fez coro ao luto.

Secreta – A ministra Eleonora Menicucci veio para mais uma vistoria da Casa da Mulher Brasileira, em construção no Jardim Imá. A obra deverá ser inaugurada em dezembro. No entanto, a agenda não foi divulgada ontem pela assessoria da secretária especial de Políticas para as Mulheres.

Secreta 2 - Uma das causas pode ser porque a ministra não cumpriu a promessa de concluir a obra neste mês. Eleonora também já tinha prometido concluir a Casa da Mulher Brasileira antes das eleições deste ano.

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