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Tribunal de Justiça erra até datas sobre cassação

Por Edivaldo Bitencourt | 27/12/2013 06:00

Bagunça – O site do Tribunal de Justiça ficou bagunçado, literalmente, ontem. Além do erro de colocar “indeferir” no lugar de “deferir”, o sistema trocou as datas na tarde de quinta-feira (26). Houve período em que os despachos do desembargador João Batista da Costa Marques ficaram com as datas de 27 e 28 de dezembro deste ano.

Pressão – Na tentativa de levar “gente” à Câmara para defender o seu mandato, Alcides Bernal (PP) enviou mensagens para os telefones celulares e obrigou os comissionados a bater ponto no local. Vários comissionados foram à sessão porque temiam ser exonerados em caso de Bernal continuar no cargo.

Inspirado – O governador André Puccinelli (PMDB) estava inspirado para fazer ataques ontem. Ele não poupou a equipe de Bernal, que taxou de incompetente, por não conseguir elevar o repasse do ICMS de Campo Grande. O secretário municipal de Saúde, Ivandro Fonseca, foi chamado de “idiota” e “débil mental”.

Premiado – Amilton Cândido Oliveira não perdeu o salário com a exoneração da Emha (Agência Municipal de Habitação). Nesta quinta-feira, ele foi contemplado com um cargo no gabinete do prefeito. Ele deu lugar na agência para o indicado pelo PDT.

Sucessão – Pré-candidatos ao Governo em 2014, o senador Delcídio do Amaral (PT) e o secretário estadual de Articulação com os Municípios, Nelson Trad Filho (PMDB), não vão ser esquecidos pelos eleitores durante as festas de fim de ano. Os dois gravaram mensagens de Natal para o rádio.

Avanço – Candidato da oposição, Delcídio admite, na mensagem, que Mato Grosso do Sul avançou muito nos últimos anos. Apesar do estado estar sob o Governo do PMDB de André Puccinelli, ele diz que contribuiu muito para a melhoria na economia sul-mato-grossense.

Na beira do rio - O vereador Zeca do PT não gostou de ser chamado de última hora para participar de sessão extraordinária que tinha o objetivo de votar a cassação do prefeito Alcides Bernal (PP). "Isto não passa de jogo político e manobra da oposição, me tiraram da beira do rio para participar desta história", reclamou o petista.

Discussão - O vereador Carlão (PSB) não gostou da postura de Alex do PT ficar incentivando os manifestantes a criticarem os vereadores, ele chegou a desafiar o petista e colocar o dedo em riste. No entanto, ele foi contido pelos colegas. Depois em reunião reservada, voltaram a se "estranhar" pelo clima acirrado da Casa.

Tropa de choque - Bernal não escalou apenas os manifestantes e aliados de sempre para ajudá-lo na Câmara, desta vez levou um trio elétrico e até o seu primeiro escalão da prefeitura, com a maioria dos secretários municipais. Faltou o companheiro Wanderley Bem Hur (Planejamento e Controle) e Articulação Política (Pedro Chaves). Já alguns deixaram de ir por não fazer parte dos planos do prefeito, como a diretora-presidente da Agetran, Kátia Castilho.

Traidor - Os manifestantes não deixaram de criticar o vereador Chocolate (PP) tido como "traidor" após votar pela abertura da Comissão Processante contra Bernal. Toda vez que o vereador apareceu foi criticado, até quando um jornalista parecido com ele, apareceu no plenário recebeu uma série de "insultos" e reclamações

(colaboraram Kleber Clajus, Leonardo Rocha e Helton Verão)

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