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21/05/2013 06:00

Um celular voador durante coletiva

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Bravo - Em dia de derradeira negociação com policias civis e militares, o governador André Puccinelli estava evidentemente nervoso ontem, inquieto no contato com a imprensa. Mas na coletiva convocada para falar sobre o assunto, ele até tentou fazer gracinha para quebrar o gelo.

Dia de fúria - Brincou com jornalistas, mas perdeu novamente a paciência diante de um celular que tocava sem parar sobre a mesa de autoridades. Depois de ouvir o toque por algum tempo, pegou o aparelho e o jogou longe. Por sorte, o telefone de repórter que havia colocado o equipamento ali para gravar a entrevista, não quebrou.

PT aqui não - De pronto, Puccinelli garantiu que vai comprar um celular novo para a jornalista, apesar do estrago não ter sido grande. Para justificar a atitude, disse que só “atacou” o aparelho porque no visor aparecia o nome “Marcos PT”.

Assédio - Depois de se explicar, acabou assediado por vários outros jornalistas que na base da brincadeira também ofereceram os aparelhos para que o governador arremessasse em troca de um novo. Mas a resposta foi frustrante. “Só pago se for para mulher”, respondeu.

Só para constar – Para deixar claro o que esperam da nova diretoria da Santa Casa, Ministério Público Estadual e do Trabalho notificaram o hospital ontem mesmo. Já registraram que o hospital tem de garantir o acesso igualitário e de qualidade à população. O que nunca ocorreu.

Rombo - A ex-vereadora de Bataguassu, Maria Elisa Reis, foi condenada pelo Tribunal de Contas do Estado a devolver mais de 50 mil reais aos cofres públicos. Quando era presidente da câmara abusou no pagamento de salários, diárias e horas extras.

Recorrente - E é só acompanhar o Diário Oficial do Ministério Público Estadual e as decisões do TCE para perceber que a prática é generalizada em Mato Grosso do Sul e está rendendo muitas ações e condenações a ex-presidentes de Câmaras de Vereadores.

Lanterninha - Mato Grosso do Sul é o Estado no Centro- Oeste que menos recebeu do Ministério da Saúde médicos de programa que leva profissionais às áreas que mais precisam. Goiás ganhou 171 médicos em 70 municípios, Mato Grosso teve 26 médicos em 12 municípios, e Mato Grosso do Sul só 13 em oito municípios. O Distrito Federal recebeu 17 médicos.

Bolsas – Para participar do Provab (Programa de Valorização dos Profissionais na Atenção Básica) os médicos recebem bolsa de R$ 8 mil mensais para curso de pós-graduação prático-teórico em saúde da família, com 12 meses de duração. Como contrapartida, esses profissionais vão para os municípios mais carentes de serviços médicos no Brasil, indicados pelo Ministério.

Mundo da lua - Na primeira sessão de depoimentos à CPI que investiga a saúde em Campo Grande, um dos vereadores a chegar cedo para a audiência foi Derly dos Reis, o Cazuza. Ficou o tempo todo na mesa, teoricamente ouvindo as declarações. Mas quando resolveu, no finalzinho, fazer uma pergunta, surpreendeu a admitir que não prestou muita atenção. “Não sei se já disseram isso aqui na oitiva".

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