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Campo Grande, Domingo, 15 de Setembro de 2019

24/08/2019 07:40

Do cinema para o palco, crianças dançaram e atuaram no teatro Glauce Rocha

Elas participaram da 12º Festival de Dança de Arte e Cultura que ocorreu de quarta a sexta-feira, e ainda contou com exposição

Alana Portela
As aluninhas dançando balé no palco (Foto: Paulo Francis)As aluninhas dançando balé no palco (Foto: Paulo Francis)

Levando o cinema para o palco do Teatro Glauce Rocha, crianças e adolescentes de 3 a 15 anos dançaram, atuaram e até arriscaram na apresentação de circo. Eles participaram da 12ª edição do FEAC (Festival de Dança de Arte e Cultura) e da16ª edição do Festival de Dança da Rede Municipal de Ensino (Reme), em Campo Grande. Foram três dias de evento, de muita ansiedade e diversão.

A programação estava sendo planejada desde o início do ano letivo e os alunos das escolas municipais e das unidades de educação infantil se dedicaram nos ensaios. As apresentações ocorreram em três turnos na quarta e quinta-feira (21 e 22), e dois ontem (23).

O coordenador do evento, Marcos Antônio da Silva Lopes falou sobre a importância da arte na educação dos participantes. “3 mil alunos participaram das apresentações. As escolas são o centro de formação para o futuro essas pessoas, e os eventos motivam e valorizam a cultura”.

“Temos o projeto da Divisão de Esporte Arte e Cultura que os professores já estão se preparando desde o começo do ano. Além despertar o interesse, por uma prática que ela escolhe é onde tudo como”, afirmou.

Roseli de Souza Freitas é mãe da Mariana Feitas, são da escola Henri Amorim Costa, localizado no bairro Henri Amorim Acosta. Amei a apresentação, é uma sensação boa, emocionante. As meninas vibraram para apresentação. Em casa a gente não tem noção da dimensão da apresentação, a gente acha que é brincadeira de criança. Me impressionou.

Sua filha, Mariana, também falou sobre a emoção e os preparativos para o grande dia. ”Os ensaios foram duros e legais. Faz um tempo que estava ensaiando. Nunca tinha vindo nesse teatro, experiência nova, o palco é gigante, muita gente. Confesso que senti um pouco de vergonha”.

Ela apresentou a dança “O Rei Leão” ensaiado pela professora Priscila Goes. “A gente estava se preparando há dois meses. É a primeira vez que trabalhei com isso. Tenho 23 anos dançando, soube do festival e comecei a me preparar com as crianças”, disse.

As crianças interpretando a peça Chapeuzinho Vermelho (Foto: Paulo Francis)As crianças interpretando a peça Chapeuzinho Vermelho (Foto: Paulo Francis)
Sentadas, elas deram sequência a coreografia (Foto: Paulo Francis)Sentadas, elas deram sequência a coreografia (Foto: Paulo Francis)
Na entrada do evento foram expostos pinturas dos alunos (Foto: Paulo Francis)Na entrada do evento foram expostos pinturas dos alunos (Foto: Paulo Francis)

Da Escola João de Paulo Ribeiro, a apresentação foi a interpretação da “Noviça Rebelde”, com o clássico dó, ré, mi e as meninas cantaram e dançaram. “Tinha me apresentado outra vez, quando fazia balé em outra escola. Fiquei feliz, todos fizeram certinho e fomos aplaudidas”, comentou Camile Ribas, 10 anos.

Para o jornalista, Jose Cunha, é uma satisfação ver a filha, Josianne Correa da Cunha, dançando com alegria e brilho nos olhos. “Ela faz balé há muito. Vi apresentações bacanas, coisas de profissionais. São pequeninas, não têm a questão dos movimentos serem sincronizados, mas pra gente que é pai, o bom é ver a felicidade dela”.

Josianne tem 10 anos dançou a música “Dançando na Chuva”. Ela estuda no colégio Monte Castelo e afirmou que foi divertido. “Danço desde os meus dois anos quando aprendi pela primeira vez. Antes de entrar no palco estava nervosa, mas depois me acalmei”, falou.

Além dessas meninas, outros grupos se apresentaram. Tiveram a dança com os temas “Alice no país das maravilhas”, “Piratas do Caribe”, “Nasce uma estrela”, balé, etc.

Os temas foram escolhidos pela organização do evento, contou o professor de dança Júnior Cordeiro. “Esse ano foi cinema e todas as escolas tiveram que se basear ou em cartaz. Escolhemos ‘Piratas do Cabire’ pela quantidade de alunos, que foram 40. O evento ajuda para achar os talentos”, destacou.

Na entrada do teatro foram expostas telas, esculturas, desenhos produzidos pelos alunos. As obras foram retiradas e levadas para as escolas.

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O público lotou o teatro para ver a apresentação das crianças (Foto: Paulo Francis)O público lotou o teatro para ver a apresentação das crianças (Foto: Paulo Francis)
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