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Consumo

Anvisa proíbe seis tipos de sal vendidos como suplemento para atletas

Produtos eram comercializados sem regularização sanitária e prometiam benefícios como prevenção de câncer

Por Ângela Kempfer | 10/08/2026 09:43
Anvisa proíbe seis tipos de sal vendidos como suplemento para atletas
Um dos produtos proibidos é Quanqton Ocean Salts (Foto: Divulgação)

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a fabricação, importação e venda de seis produtos à base de sal comercializados como suplementos para atletas e para recuperação após esforço físico.

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A Anvisa proibiu a fabricação, importação e venda de seis produtos à base de sal vendidos como suplementos para atletas: Quanqton Ocean Salts, Sal Integral Quanqton, Sal Perfeito, New Quantic, Endurance e Sal Marinho Integral. Os itens da marca Stelas Company eram comercializados sem regularização sanitária em sites como Mercado Livre e Amazon, sem identificação do fabricante nem CNPJ. A resolução foi publicada no Diário Oficial na última quinta-feira (6).

A medida consta em resolução publicada no DOU (Diário Oficial da União) na quinta-feira (6). A proibição atinge os produtos Quanqton Ocean Salts, Sal Integral Quanqton, Sal Perfeito, New Quantic, Endurance e Sal Marinho Integral.

Segundo a Anvisa, os produtos vinculados à marca Stelas Company eram vendidos sem regularização sanitária em diferentes sites e plataformas de comércio eletrônico. As embalagens encontradas tinham versões de 250 gramas, 1 quilo e 2 quilos.

A agência também apontou que os itens não apresentavam identificação clara do fabricante nem CNPJ da empresa responsável.

Nos anúncios, os produtos eram apresentados como sais com alta concentração de minerais e indicados para pessoas que praticam atividades físicas intensas. As propagandas atribuíam aos itens efeitos como prevenção de câimbras e fadiga muscular, melhora da hidratação e recuperação mais rápida depois do exercício. A Anvisa considerou essas alegações irregulares.

Nos rótulos também apareciam expressões como “100% natural” e “não refinado”. Mesmo após a publicação da resolução, anúncios dos produtos proibidos ainda podiam ser encontrados no domingo (9) em plataformas de comércio eletrônico, entre elas Mercado Livre, Amazon, Shopee e Magalu.

Com a decisão, os seis produtos não podem ser fabricados, importados ou comercializados no País enquanto permanecerem sem a regularização exigida pela vigilância sanitária.