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Consumo

Anvisa suspende mais um lote de sal por falta de iodo

A adição de iodo ao sal de cozinha é obrigatória e fundamental para prevenir a deficiência do nutriente

Por Ângela Kempfer | 27/01/2026 09:53
Anvisa suspende mais um lote de sal por falta de iodo
A medida vale exclusivamente para o lote 004/24

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou a suspensão de um lote do Sal Grosso Iodado (Ervas Finas) da marca Globo, fabricado pela Brasisal Alimentos Ltda. A medida vale exclusivamente para o lote 004/24, com validade até 30 de outubro de 2026, que teve a comercialização, distribuição e consumo suspensos, além de recolhimento obrigatório.

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A Anvisa determinou a suspensão do lote 004/24 do Sal Grosso Iodado (Ervas Finas) da marca Globo, fabricado pela Brasisal Alimentos, após reprovação em teste de determinação de iodo realizado pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Rio de Janeiro.Esta é a segunda suspensão de sal por excesso de iodo em uma semana. Anteriormente, lotes do Sal Marinho Grosso Iodado da marca Marfim também foram recolhidos. A adição de iodo ao sal é obrigatória no Brasil desde 1952 para prevenir problemas de saúde.

Segundo o Laboratório Central de Saúde Pública do Rio de Janeiro, o lote foi reprovado no teste de determinação de iodo, que mostrou taxa abaixo do determinado.

Em nota, a Anvisa destacou que a adição de iodo ao sal de cozinha é obrigatória e fundamental para prevenir a deficiência do nutriente, condição que pode causar bócio, caracterizado pelo aumento da tireoide, além de prejuízos ao desenvolvimento do feto durante a gestação e outros problemas de saúde.

Na semana passada, a agência já havia adotado medida semelhante ao determinar o recolhimento e a suspensão de lotes do Sal Marinho Grosso Iodado da marca Marfim, fabricado pela empresa M Gomes Praxedes Ltda.

Nesse caso, o produto também foi reprovado em teste de teor de iodo, realizado pelo Lacen-DF (Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal). No Brasil, a adição de iodo ao sal destinado ao consumo humano é obrigatória desde 1952.