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JUNHO, DOMINGO  20    CAMPO GRANDE 15º

Diversão

Bailarina usa dança para mostrar tudo o que vive no corpo da mulher

Apresentação será gratuita, mas público pode pagar o quanto quiser pelo espetáculo

Por Thailla Torres | 09/06/2021 07:59
A intérprete-criadora Rose Mendonça, da Cia Dançurbana, apresenta o solo "Nu (m) corpo só" nos dias 10, 11 e 12 de junho. (Foto: Reginaldo Borges)
A intérprete-criadora Rose Mendonça, da Cia Dançurbana, apresenta o solo "Nu (m) corpo só" nos dias 10, 11 e 12 de junho. (Foto: Reginaldo Borges)

Num corpo de mulher moram vários ensinamentos. É com essa percepção que a intérprete-criadora Rose Mendonça, da Cia Dançurbana,  inspirou-se para o solo "Nu (m) corpo só". E do dia 10 a 12 de junho, haverá apresentação de dança contemporânea gratuita com o espetáculo.

A apresentação será às 19h30, e fará parte da "Temporada Quanto Custa?", conhecida pelo acesso democrático em que o público paga o quanto quiser pela apresentação.

As apresentações serão gratuitas e ao vivo, com transmissão online pelo canal do Youtube da companhia (clique aqui).

Na dança, a bailarina mostra no corpo de uma mulher sabedorias ancestrais transformadoras. A própria transformação como capacidade de criação. Cordões que ligam e carregam histórias, raízes. A consciência dos ciclos, do sagrado feminino, daquilo que foi silenciado.

No solo "Nu(m) corpo só", a intérprete-criadora Rose propõe investigar a energia feminina e a ancestralidade a partir de memórias corporais de corpos que resistem, que geram, reagem e acolhem... num só corpo, numa só mulher.

O solo tem direção de Marcos Mattos, colaboração de Jackeline Mourão e Renata Leoni, criação e produção audiovisual de Reginaldo Borges e Jackeline Mourão, trilha sonora e desenho de luz de Reginaldo Borges, figurino e texto de Maíra Espíndola e poemas de Conceição Evaristo.

 Quanto Custa? - O projeto tem a dinâmica do pague o quanto quiser e puder pela apresentação; é o público que define o valor.

Neste mês, especialmente, as apresentações serão abertas ao público e quem quiser contribuir com a companhia poderá fazer a contribuição voluntária via QR Code ou Pix. A política de democratização do acesso e popularização da dança sempre guiou a Temporada em seus 3 anos de realização, que democratizou e ampliou o acesso a arte para outros públicos. O grupo entende que as produções artísticas devem estar ao alcance de todos.

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