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Diversão

Maioria acredita que é impossível usar máscara em show

"Cumprir em show não tem lógica", respondeu um dos participantes da enquete especial deste último sábado (24)

Por Thailla Torres | 25/10/2020 07:38
Maioria acha que não dá para usar máscara em show. (Foto: Marcos Maluf)
Maioria acha que não dá para usar máscara em show. (Foto: Marcos Maluf)

Nesta semana o Campo Grande News falou em reportagem se bares e boates respeitassem o que determina a Prefeitura de Campo Grande, deveriam garantir que os frequentadores usem máscara e só permitir dança entre pessoas da mesma família. Mas essas regras parecem missão impossível depois da primeira bebida a contar pela empolgação do publico nas ultimas noites depois do fim do toque de recolher na cidade.

Agora com a previsão de shows e apresentações para novembro, a pergunta que fica é se as mesmas regras serão cumpridas. Embora organização de grandes eventos, como a do Patricinha Também Samba, que já foi confirmado para o dia 13 de novembro no CLC, diga que será obrigatório o uso de máscara no evento, maioria respondeu em enquete que isso é impossível de cumprir.

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Desaprovando a obrigação de máscara, Rafaela Gomes, 19 anos, acredita que não tem sentido. “Cumprir em show não tem lógica. Liberou tudo, todos estão aglomerado e podem pegar do mesmo jeito. Usando máscara como é que bebe e conversa? Zero possibilidade”, comenta.

Seguindo o mesmo pensamento, Valéria Soares, 25 anos, acredita que a bebida é o que mais torna o uso da máscara inviável. “O povo bebe e neste momento ninguém vai pensar em máscara, vai querer curtir, beber e fumar. Não tem como curtir e usar a máscara. Quem bebe não quer ficar toda hora descendo a máscara”.

Apesar de memes que mostram gente dando jeitinho de beber com canudo mesmo a com a máscara, para Natália de Brito, 27 anos, nem isso ajuda. “A gente que usa maquiagem já borra e acaba com tudo, como que bebe? Acho que a obrigação não tem logica com os eventos liberados”.

Recentemente, em entrevista, o secretário da Semadur, Eduardo Costa, admitiou que fiscalizar é praticamente impossível. "Chegamos em um  momento que é do comportamento de cada um. As pessoas sabem o que pode ou não. As pessoas precisam ter consciência”, disse.

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