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Campo Grande, Quarta-feira, 19 de Setembro de 2018

18/08/2018 08:00

Musical sobre Mamonas Assassinas é atração em 2 sessões no domingo

Thaís Pimenta
Momentos épicos, como o da entrevista com Jô Soares, são relembrados no musical. (Foto: Acervo Pessoal)Momentos épicos, como o da entrevista com Jô Soares, são relembrados no musical. (Foto: Acervo Pessoal)

Desde a estreia em março de 2016, "O Musical Mamonas" tem atraído um público considerável, assistido por mais de 85 mil pessoas no Brasil. Conquistou, inclusive, o prêmio de melhor espetáculo pelo “Guia da Folha”. Agora, o musical com direção de José Possi Neto, chega a Campo Grande no domingo (19), em duas apresentações no Teatro Glauce Rocha, às 16h e às 19h.

O espetáculo está em sua última tour pelo país e retrata de forma divertida a história dos Mamonas Assassinas. Aos fãs e aqueles que querem conhecer a história da banda, é uma oportunidade de relembrar toda a graça dos meninos no texto de Walter Daguerre. “A dramaturgia não é linear e sim irreverente, como o perfil teatral do Mamonas Assassinas. O olhar dos cinco meninos de Guarulhos está retratado no texto. É como se o Dinho, Bento, Samuel, Júlio e o Sérgio contassem a trajetória do grupo desde o tempo em que eram desconhecidos, quando animavam festas de condomínios, até o reconhecimento nacional”, detalha o autor.

Na temporada 2018, os atores Rafael Aragão, Jessé Scarpelini, Pedro Reis, Elcio Bonazzi, Arthur Ienzura e Reginaldo Sama formam o quinteto que teve uma carreira apoteótica nos anos 90 e que, num terrível acidente aéreo, há 20 anos, deixou a cena pop brasileira. “Eu jamais ousaria encenar essa aventura se não encontrasse verdadeiros talentos para encarná-los”, revela o diretor.

A idealização e realização do espetáculo é dos produtores associados Rose Dalney, Marcio Sam e Túlio Rivadávia. “Nossa intenção é sempre inovar, realizando algo que represente a identidade brasileira, o teatro musical com a alegria e irreverência que é própria do nosso País, e os Mamonas Assassinas são um dos principais representantes dessa irreverência”, comenta Túlio Rivadávia.

Os produtores contam que o trio produziu e também colaborou em todo o processo de elaboração da trama. Walter Daguerre, o mesmo autor de “Jim, o Musical” traz para o texto uma estética de brincadeira que permeia todo o espetáculo, apresentando a mesma descontração e escracho que a banda demonstrava dentro e fora dos palcos. A direção de José Possi Neto constrói uma narrativa não linear como forma de explorar ainda mais o humor. Os figurinos de Fábio Namatame, entre eles as fantasias de presidiários, Robin e Chapolin, ressaltam a comicidade do musical.

O espetáculo tem releituras adaptadas, feitos por Miguel Briamonte, diretor musical, que também compôs canções originais e paródias com a colaboração de todo o elenco. A banda toca ao vivo no palco e é composta por cinco músicos, responsáveis por levar ao coração do público sucessos como “Vira-Vira”, “Robocop Gay”, “Sabão Crá-Crá” e “Pelados em Santos”. Vanessa Guillen é a responsável pelas coreografias. A luz é de Wagner Freire e cenário de Nello Marrese. Os ingressos estão à venda on line no site.

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