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Aula de pilates solidária integra turma e natureza em parque

No Parque das Nações Indígenas estúdio organizou aulão ar livre para que pessoas conheçam a atividade

Por Jéssica Fernandes | 10/12/2023 08:59
Aulão de pilates uniu turma no Parque das Nações Indígenas. (Foto: Geraldo Dantas)
Aulão de pilates uniu turma no Parque das Nações Indígenas. (Foto: Geraldo Dantas)

O Parque das Nações Indígenas virou ponto de encontro para alunos de pilates de um estúdio da Capital. O aulão solidário realizado na manhã de sábado (09) uniu a turma que está acostumada a fazer os exercícios e convidados com a ideia de promover um dia diferente.

A iniciativa da aula, que contou com doação de alimentos, partiu do estúdio Integrare que pela primeira vez levou toda a galera para fazer exercício no parque. O fisioterapeuta e um dos sócios do estúdio, Raphael Pina, fala sobre a proposta do aulão.

“A gente tinha essa intenção a um bom tempo de realizar uma aula ao ar livre porque como temos unidades em locais diferentes fica difícil fazer uma confraternização com todo mundo junto, então o jeito mais legal e chamar outros para conhecerem foi ao ar livre”, explica.

Usando o microfone, fisioterapeuta Raphael Pina deu ínicio ao aulão. (Foto: Geraldo Dantas)
Usando o microfone, fisioterapeuta Raphael Pina deu ínicio ao aulão. (Foto: Geraldo Dantas)

Ao todo, 50 pessoas participaram da atividade no parque entre alunos e convidados. A ideia de deixar os alunos trazerem familiares e amigos, segundo o fisioterapeuta, é para que mais pessoas conheçam os benefícios do pilates. “A gente convidou para conhecer o método do pilates e sair daquela coisa que o pilates é só para um perfil, mulher, idoso”, afirma.

A fisioterapeuta Jennyfer Porto Eufrazio era uma das professoras que estavam auxiliando os participantes. Ao Lado B, ela fala sobre alguns dos benefícios que a prática do pilates proporciona.

“Ele ajuda a arrumar a postura e quem tem muitas dores. Então quem tem dor de coluna, quadril e ombro geralmente procura o pilates que é o melhor método para trabalhar a dor muscular. No pilates a gente trabalha da cabeça ao pé, então em todos os exercícios você vai estar ativando seu quadril, braço e muito o abdômen que é uma das principais causas de fraqueza coluna”, destaca.

Na grama, alunas reproduziram exercícios passados pelos professores. (Foto: Geraldo Dantas)
Na grama, alunas reproduziram exercícios passados pelos professores. (Foto: Geraldo Dantas)

Para o aulão, a fisioterapeuta comenta que alguns dos exercícios tiveram que ser repensados devido à estrutura do local. “Como a gente tem o público idoso, criança, adolescente e adulto pensamos em exercícios fáceis para que todos possam fazer, porém que cansam. Planejamos a aula tanto de alongamento e aquecimento para que fosse fácil e acessível. Tudo adaptado e de acordo com cada individuo”, frisa.

Atividade ao ar livre - Um dos principais diferenciais da aula foi trazer os alunos para um ambiente externo. A atividade ao ar livre trouxe uma experiência diferente até para quem já está acostumado a usar o parque para praticar outras modalidades de atividade física.

Luely Rodrigues, de 61 anos, é praticante de pilates, porém foi convidada pela irmã Liane Rodrigues, de 42 anos, para fazer a aula ao ar livre. Apesar do calor das primeiras horas da manhã, ela diz ter aprovado a experiência de integrar toda turma. “O cenário é fantástico, mas o calor é difícil de suportar, mas foi uma integração total, eu faço há 10 anos pilates e amo”, destaca.

Luely e Liane fizeram aula de pilates juntas no Parque das Nações Indígenas. (Foto: Geraldo Dantas)
Luely e Liane fizeram aula de pilates juntas no Parque das Nações Indígenas. (Foto: Geraldo Dantas)

Acostumada a fazer caminhadas regulares no Parque das Nações Indígenas e Parque dos Poderes, ela fala que é outra experiência fazer atividade ao ar livre. “É  uma integração com a natureza total tem passarinho, arara, tucano, coruja. Você até respira melhor”, afirma.

Liane introduziu as aulas de pilates no cotidiano há quase 1 ano e desde então colhe os benefícios de uma vida mais saudável. Ela fala algumas das principais mudanças que percebeu. “Eu precisava fazer porque estava parada e não fazia nenhuma atividade. Comecei com o pilates para fazer fortalecimento e com três meses já vi os resultados, emagreci, a postura melhorou, condicionamento físico”, pontua.

Aos finais de semana, a pedagoga também costuma estar no parque. Seja no sábado ou domingo, ela traz o marido e o filho para caminharem no local e praticarem exercícios.

Talita participou da aula com o marido e a filha. (Foto: Jéssica Fernandes)
Talita participou da aula com o marido e a filha. (Foto: Jéssica Fernandes)

Talita Agustinha Chaves, de 38 anos, participou do aulão com o esposo e a filha. Ela conta que foi a primeira vez que os três fizeram uma aula de pilates e estiveram no parque especialmente para isso. “Eu gostei bastante, foi um sábado total diferente porque a gente não tem esse costume, ficamos mais em casa”, pontua.

No sábado (09) a enquete do Campo Grande News fez a seguinte pergunta aos leitores: ‘Você pratica atividades físicas ao ar livre com regularidade?’. Os resultados mostram que 36% têm esse tipo de hábito, enquanto 65% não tem.

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