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Campo Grande, Quinta-feira, 17 de Outubro de 2019

19/04/2019 07:50

Construído em 1971, casarão vira espaço para café e cultura em meio a natureza

Localizado em Dourados, o lugar ganhou destaque pela natureza, arquitetura e arte.

Thailla Torres
Casarão se destaca, principalmente, pela natureza em volta. Casarão se destaca, principalmente, pela natureza em volta.

Talvez seja por conta da natureza que chega em volta, ou pela porteira de madeira que dá acesso a uma pontinha do passado. O fato é que basta olhar para a arquitetura de um novo café em Dourados para perceber que não se trata de um lugar simples. Construída em 1971, a casa que abriga o novo espaço foi o que ficou de Weimar Torres, homem político que dá nome a uma das principais ruas do município, e hoje abriga cultura para todos os estilos.

E como espaço é elemento de sobra na residência, não falta lugar para que o casarão ser compartilhado, por isso, entre salas e quartos, a casa também abriga escritório de arquitetura, consultórios de Psicologia, Nutrição e um restaurante.

Nas redes sociais, quem aparece com frequência é “Jatobá Café e Lazer” que ocupa uma das salas do casarão com café, pratos e eventos culturais que envolvem exposição, artesanato e incentivo ao teatro e a dança.

Cantinho com parede para todo mundo criar. Cantinho com parede para todo mundo criar.

O lugar é sonho realizado do casal Julia Aissa, de 38 anos e Werther Fioravanti, de 37. Ela bailarina e produtora cultural. Ele músico e arquiteto. Durante um tempo eles viveram em Campo Grande, até que se mudaram para Dourados e decidiram viver a cultura de maneira empreendedora.

Ao pensarem em um lugar, Julia e Werther lembraram do casarão localizado na região central, rodeado por uma reserva, capaz de agradar olhares de quem mora ou visita a casa em qualquer época do ano. “É uma casa muito tradicional na cidade, todo mundo a conhece e admira”, explica Julia.

Em resumo, a casa foi uma homenagem a Weimar Gonçalves Torres, conhecido como poeta e político, que faleceu em 1969 em um acidente de avião. Quando faleceu, a planta da casa que sonhava estava pronta, por isso, seu sogro, pai da Adiles do Amaral, com que se casou em 1951 decidiu construir a residência como forma de homenagear e realizar um sonho do genro.

Pudim de chia. Pudim de chia.
Há também bolos. Há também bolos.
E tortas salgadas. E tortas salgadas.

Desde então a casa sempre foi admirada, pelo tamanho e pela natureza que a rodeia. “É um lugar muito agradável”.

No local, além do café quentinho e os quitutes, o casal está realizando diversas atividades culturais, entre elas o “Cine Floresta” com sessões de cinema no espaço. “Como eu tenho essas relações com a dança, com o teatro e passei um bom tempo trabalhando com produção de eventos, o prazer em ter a arte perto da nossa vida é. Hoje, toda mudança é o que tem trazido felicidade”, diz Julia.

Fazem parte do menu ovos, bolos, sobremesas, sucos, salgados, sanduíches e saladas. Há também, como carro-chefe, o café, entre eles os especiais que são moídos na hora.

Quem quiser conhecer o espaço. O local funciona de segunda a sábado das 14h às 20h e fica na Rua Izzat Bussuan – esquina com Rua João Rosa Góes, em Dourados.

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Há projeto Cine Floresta na programação do espaço. Há projeto "Cine Floresta" na programação do espaço.
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