ACOMPANHE-NOS    
SETEMBRO, SÁBADO  26    CAMPO GRANDE 29º

Meio Ambiente

Com 14% de umidade, Corumbá é a terceira cidade mais seca do Brasil

Há 46 dias sem chuva, o Pantanal sofre com uma das maiores queimadas das últimas três décadas

Por Viviane Oliveira | 10/08/2020 09:05
Fogo consome vegetação da Estrada Parque, em Corumbá (Foto: Diário Corumbaense) 
Fogo consome vegetação da Estrada Parque, em Corumbá (Foto: Diário Corumbaense)

O município de Corumbá, distante 419 quilômetros de Campo Grande, ficou em terceiro lugar entre as 20 cidades mais quentes do Brasil na tarde deste domingo (9) com índice de 14% de umidade relativa do ar. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (10) pelo Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).  Há 46 dias sem chuva, o Pantanal sofre com uma das maiores queimadas das últimas três décadas.

Além de Corumbá, estão no ranking das mais secas do País as cidades de: Amambai (16%), Coxim (17), Sonora (17%), Água Clara (17%) e Costa Rica (18%).  O menor índice foi registrado em Novo Repartimento, no Pará, com 7%. O nível mínimo de umidade relativa do ar recomendado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) é de 60%.

Em razão de um atmosfera com circulação de bloqueio estabelecida, não serão observadas mudanças significativas nas condições do tempo em Mato Grosso do Sul. A umidade relativa do ar estará baixa nos próximos dias com índices abaixo de 30% em alguns pontos e picos de 20% à tarde. Há previsão de chuva apenas para a segunda quinzena deste mês.

A partir do dia 14 as condições de tempo começarão a mudar com formação de áreas de instabilidades com potencial para chuva nas regiões pantaneira (Corumbá), sudoeste, sul (Fátima do Sul, Rio Brilhante) e central (Campo Grande, Sidrolândia). O acumulado de chuva esperado varia entre 2,5 a 25 mm (milímetros), com a maior concentração localizada nos municípios da região sul do Estado (Dourados, Bela Vista, Ponta Porã). As regiões norte (Sonora) e bolsão (Três Lagoas, Cassilândia, Chapadão do Sul) não receberão chuva neste período.

Regras de comentário