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Campo Grande, Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017

16/06/2017 13:40

Universidade apresentará ao governo estudo sobre a bacia do Alto Paraguai

Osvaldo Júnior

Estudo sobre a Bacia do Alto Paraguai será apresentado, na próxima terça-feira (dia 20), ao governo de Mato Grosso do Sul pelo pesquisador Fábio Ayres, professor mestre da UCDB ( Universidade Católica Dom Bosco). A pesquisa foi feita em parceria entre a instituição de ensino e a ONG WWF-Brasil, por meio de convênio com a Fundação Tuiuiú.

De acordo com a assessoria de imprensa da UCDB, os resultados a serem apresentados são referentes ao mapeamento do uso e da cobertura do solo de toda extensão do lado brasileiro da bacia, que representa 62% do complexo, incluindo grande parte do Pantanal. Esse mapeamento foi feito em cinco meses, de janeiro a maio deste ano.

“A área já era monitorada pela WWF-Brasil desde 2002, mas pela primeira vez, ferramentas utilizadas pela UCDB possibilitaram a produção de dados mais precisos”, informou a assessoria. Os pesquisadores analisaram, no Laboratório de Geoprocessamento da universidade, as imagens captadas pelo satélite Landsat 8 disponibilizadas pela Nasa (Agência Espacial Americana), no período de julho e agosto de 2016, época de seca.

A partir do estudo, foi possível identificar as áreas ocupadas com atividades agropecuárias tanto na planície, quanto no planalto, chamadas de antrópicas, e também as áreas naturais da região. Também foi possível verificar o volume de água e os pontos atingidos por queimadas.

Segundo a UCDB, os dados devem auxiliar no planejamento da ocupação da região e na preservação do ecossistema. “Queremos difundir esse material para que sirva de insumo para pesquisas na graduação e na pós-graduação e, também, queremos apresentá-lo ao poder público para auxiliar no planejamento das regiões e incentivar políticas de ocupação”, explicou o coordenador do projeto, Me. Fábio Ayres.

Além de Ayres, também participaram do estudo os professores Me. Ana Paula Silva Teles e Me. Fernando Jorge Correa Magalhães Filho. Houve, ainda, envolvimento de três acadêmicas de Engenharia Sanitária e Ambiental: Mariana Pereira, Milina de Oliveira e Maria Úrsula de Araújo.



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