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Meio Ambiente

Visita de jiboia na Casa Civil quebra rotina de servidores na Governadoria

Por Viviane Oliveira | 21/10/2011 16:08

É comum a presença de animais silvestres no local, atraídos, principalmente, pelos restos de comida deixados por funcionários

A visita foi registrada pelo telefone celular de uma servidora, por volta das 13h desta sexta-feira.
A visita foi registrada pelo telefone celular de uma servidora, por volta das 13h desta sexta-feira.

Servidores do Parque dos Poderes, que estão acostumados a visitas inesperadas de animais silvestres que habitam o Parque do Prosa, hoje se surpreenderam com a espécie de 'penetras'. Ao invés da costumeira visita dos quatis, servidores se depararam com a aproximação no prédio de uma jiboia. Logo, também chegou um mutum.

A visita foi registrada pelo telefone celular de uma servidora, por volta das 13h desta sexta-feira (21), no fundo do gabinete do secretário de Governo, Osmar Jerônnymo, no Parque dos Poderes, em Campo Grande.

O responsável pela manutenção do prédio, Alcides Cláudio de Souza Junior, 45 anos, foi o primeiro a avistar o réptil e chamou os colegas para observarem o animal. É comum a presença de animais silvestres no local, atraídos, principalmente, pela comida ofertada por servidores na tentativa de tocarem os animais ou mesmo pelos restos de comidas deixados por funcionários. Os animais também reviram o lixo.

De acordo com Alcides, um guarda do prédio toda vez que vai embora coloca milho e água para os animais que já estão acostumados a se alimentarem no parque. “Nós colocamos alimentos para os quatis, mutuns, lobinhos e outros que aparecem no local".

Alcides comenta que não é a primeira vez que a cobra aparece. “De vez enquando ela vem aqui fazer uma visita”.

Os servidores dizem que durante o expediente é possível contemplar nas matas no entorno dos prédios das secretarias tatus, capivaras, quatis, lobinhos e tamanduás.

De acordo com a PMA (Polícia Militar Ambiental) há uma orientação para os funcionários não alimentarem os animais silvestres com restos de comida e qualquer outro tipo de alimento. Além do risco de intoxicação, os bichos perdem o instinto de caça e podem morrer de inanição.

Muitos animais são atropelados diariamente no Parque dos Poderes. Mesmo com a sinalização específica, diariamente são registrados atroplamentos, principalmente de quatis.