Campo Grande já tem mais de mil animais microchipados e amplia controle
Para acessar os atendimentos, é necessário apresentar o CadÚnico atualizado
A microchipagem de cães e gatos tem avançado em Campo Grande e já passa de 11 mil animais identificados apenas em 2025. O número, registrado pela Subea (Subsecretaria do Bem-Estar Animal) indica adesão crescente da população a uma tecnologia que reforça a proteção e o controle sobre os pets.
O microchip funciona como um registro permanente. O dispositivo armazena um número único, que pode ser lido por equipamento específico e vinculado aos dados do tutor em um sistema digital. Isso permite localizar responsáveis com rapidez em casos de perda, abandono ou situações de maus-tratos.
A aplicação é simples e rápida. O procedimento é feito por médico-veterinário, com o uso de uma seringa própria, semelhante a uma injeção. Não há necessidade de cirurgia nem de anestesia, e o animal sente apenas um leve desconforto momentâneo.
Além de facilitar a identificação de animais perdidos, a microchipagem também contribui para responsabilizar tutores e fortalecer políticas públicas de bem-estar animal.
A Subea também oferece outros serviços gratuitos à população, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h, na unidade central. São distribuídas 15 senhas diárias para castração e outras 15 para consulta veterinária. Também estão disponíveis vacina antirrábica, vermifugação, carrapaticida e o próprio serviço de microchipagem.
Para acessar os atendimentos, é necessário apresentar o CadÚnico atualizado e impresso. A exigência não se aplica à vacina antirrábica e à microchipagem.
A ampliação dos procedimentos reforça a estratégia do município de ampliar o controle populacional e reduzir casos de abandono. Traduzindo: quanto mais animais identificados, menor o espaço para sumiço sem dono.


