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Campo Grande, Quinta-feira, 20 de Setembro de 2018

22/12/2017 12:38

“O primeiro que acende a luz e o último que apaga”, diz Marun sobre Planalto

Deputado licenciado foi nomeado ministro de Governo da presidência da República há uma semana

Mayara Bueno
Carlos Marun, agora ministro de Governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB). (Foto: Paulo Francis).Carlos Marun, agora ministro de Governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB). (Foto: Paulo Francis).

Há uma semana no cargo de ministro de Governo do presidente Michel Temer, o deputado licenciado Carlos Marun (MDB), afirma que tem trabalhado quase 22 horas por dia. "Sou o primeiro a chegar e o último que apaga a luz do Palácio do Planalto", disse durante a agenda, a primeira, como ministro, em Mato Grosso do Sul.

Em Campo Grande, o encontro reuniu lideranças da legenda no diretório estadual e consolidou, ainda, o ex-governador André Puccinelli (MDB), como pré-candidato ao governo de MS.

O trabalho "intenso" é ordem do presidente da República, conforme Marun, especialmente para atuar na aprovação da reforma da Previdência, cuja votação ficou para 2018. "Recebi a ordem de trabalhar 22 horas por dia. Está quase assim", disse.

Como sempre tem divulgado, Carlos Marun afirma que a reestruturação do setor - que recebe críticas - é necessária. Para ele, é certo que a medida passará pelo crivo dos deputados federais.

"Estamos avançando bem. Eu deixei de ter confiança na aprovação, agora eu tenho certeza absoluta". Segundo o ministro, quem é contra a medida faz parte do público que já mantém posicionamento contrário ao governo ou quem não quer perder privilégios. "Ninguém me apresenta dados justificando que a medida não é válida".

O deputado licenciado afirma que os índices demonstram a necessidade de uma reforma e que o setor, hoje, tira dos mais humildes para subsidiar quem tem mais.

Da bancada federal de Mato Grosso do Sul, Marun afirma que a maioria deve votar favorável à medida de Temer. "Estamos avançando bem", diz sobre a atirculação com os parlamentares que representam o Estado.

Há expectativa, ainda, que o próprio ministro deixe o cargo momentaneamento para a votação do projeto. Aliado de Temer, o deputado licenciado afirma que essa medida tem sido constante no caso de parlamentares que assumem cargos no primeiro escalão da Presidência.

Ou seja, retomam a vaga no Legislativo para reforçar os votos a favor do governo. Quem ocupa, no entanto, o espaço aberto por Carlos Marun, no momento, é o Fábio Trad (PTB).

Prioridades - A prioridade do ministro para MS será a viabilização de medidas de recuperação do Rio Taquari, no Pantanal, que sobre há décadas com o assoreamento e degradação.

"Estamos abertos a receber as reivindicações. Vamos nos empenhar ao máximo para ser atendido. É possível. O fato de estarmos nessa função facilita sim (para MS)".

Previsões - Para não "inviabilizar" o País, outras ações devem ser aplicadas, comentou Marun, além da reforma da Previdência. Ele citou a questão tributária do País. "Não chega a ser reforma, mas uma simplificação do setor . Vamos avançar nesta questão".

 



Essas 22 horas que ele diz que trabalha com certeza não é em benefício do povo. Quanto à reforma é só fiscalizar e cobrar clubes de futebol, grande empresas pertencentes a políticos e outras ligadas a eles, e etc.... são bilhões que deixam de entrar nos cofres da previdência que o próprio governo usufruiu e pra variar administrou mal. Agora quer jogar nas costas dos mais humildes.
 
MARCOS CAETANO DA SILVA em 22/12/2017 22:54:30
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