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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

22/04/2013 07:50

André deixa oposição cada vez mais esvaziada e conquista adversários

Zemil Rocha
André caminha entre Bernal e Chico Maia (Foto: Vanderlei Aparecido)André caminha entre Bernal e Chico Maia (Foto: Vanderlei Aparecido)

O governador André Puccinelli (PMDB) tem conseguido esvaziar cada vez mais os focos de oposição ao governo dele em Mato Grosso do Sul, deixando-a praticamente restrita ao PT, do senador Delcídio do Amaral. Essa articulação tem sido sentida especialmente em setores sociais, com os pecuaristas e os professores, mas também tem tradução política, como a busca de uma relação sem “idiossincrasias” fabricadas com o prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP).

Com relação aos professores, Puccinelli não apenas estancou movimentos de protestos e até ameaças de greve, como chegou a construir uma relação de aliança em prol de melhorias na educação estadual. Nas negociações de André com a Federação dos Trabalhadores em Educação, presidida por Roberto Magno Botareli Cesar, os professores conquistaram reajuste salarial de 6%, mais 15% de incorporação da gratificfação de regência, e o lançamento de concurso para contratação de 1,2 mil professores. A festa foi na sede Fetems, com a presença de André, e a entidade ainda pagou anuncio na TV para divulgar a “grande conquista”.

No caso dos pecuaristas, há alguns anos, durante o processo eleitoral da Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul), Francisco Maia tinha o governador André Puccinelli como um dos opositores à sua reeleição. Agora a relação é de grande harmonia, inclusive com o governador apoiando entusiasticamente a Expogrande 2013 e doando imóvel, na saída para Três Lagoas, para as futuras sedes da Acrissul e do Clube do Laço.

Quanto às relações políticas, Puccinelli buscou nesta semana melhorar as relações institucionais com o prefeito da Capital. Após tomar café da manhã com Bernal, na sexta-feira, o governador falou em superação de conflitos fabricados por teceiros. “Para coibir eventuais idiossincrasias que podem ter ocorrido por influência de terceiros, que ficam buzinando no ouvido dele e no ouvido meu”, afirmou André a propósito do encontro.

O relacionamento com o PSDB também começa a melhorar, desde que o senador Waldemir Moka (PMDB) chegou a admitir a possibilidade de acordo eleitoral em 2014. O presidente regional do PMDB, Oswaldo Mochi Júnior, também afirmou sábado que uma nova parceria com os tucanos poderá ser costurada.

A oposição ficou praticamente restrita ao PT, do senador Delcídio do Amaral. Embora não esteja descartado um entendimento futuro, o PMDB de Puccinelli caminha cada vez mais decididamente na direção de uma candidatura própria ao governo, seja com o ex-prefeito Nelsinho Trad ou a vice-governadora Simone Tebet. O adversário deverá ser Delcídio, pré-candidato a governador do PT.

Com a popularidade em alta (70% de ótimo e bom, segundo o Ipems) e um pacotão de obras de mais de 1,2 bilhão, graças à aprovação de empréstimo via BNDES, o governador André Puccinelli terá um elevado cacife eleitoral em 2014. O PMDB já ambiciona continuar a comandar o Estado por mais oito anos.

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Rapaz.. o André pode se aliar até com os alienígenas de Marte, de Júpiter, etc., para emplacar seu candidato, só que mesmo assim creio que de nada adiantará, uma vez que o povo de MS clara pela mudança do grupo político que governa este Estado. Tudo isso é importante para o bem da democracia.
 
Marcos Batista em 22/04/2013 11:28:58
Realmente precisamos mudar de novo. A herança deixado por Delcídio e Azambuja mostrou que não vai dar certo e precisamos voltar a ter uma capital limpa, sem essa imensidade de buracos, sem postos de saúde superlotados, sem médicos, sem medicamentos, sem secretários, sem comando, sem isso e sem aquilo. André e Nelsinho transformaram Campo Grande numa cidade moderna, cortada por lindas avenidas, áreas e centros de lazer, ciclovias, pistas para caminhdadas, modernas Escolas, Ceinfs, Creches, completas unidades de saúde, enfim, tudo o que a população necessita. Francamente não entendi até hoje, porque o campo-grandense quis mudar. Afinal....errar é humano!!! Persistir no erro é burrice.
 
Alicio Mendes em 22/04/2013 10:37:41
...Acontece que a verdadeira oposição é o povo. Esqueceram do que aconteceu com o Bernal? E o povo não quer mais André nem ninguem do PMDB. Até um poste se for candidato ganha em 2014....desde que o poste não seja do PMDB, claro.
 
Frederico Soares de Almeida em 22/04/2013 10:24:48
Alguém falou em lideranças de bairros. Essas liderança não têm força para nada. Quem vota são os moradores de bairros, ou seja, quem são as "lideranças" para mandar nesses votos? Os bairros da capital estão pagando caro pela eleição do Bernal e provavalmente em 2014 os moradores não vão repetir o erro de 2012. Sem paixões políticas, mas penso que o PMDB deve gerir, sim, por mais 4 anos, os destinos do MS.
 
Luiz Carlos em 22/04/2013 10:23:35
o governador ta esquecendo das lideranças de bairros mais vai ter surpresas quando precisar como precisou para o giroto que todas as lideranças estava la para ajudar.NAO por ele e sim pelo o giroto. AI ele lembra que foi as lideranças que ajudou ele ser eleito a prefeito pela primeira vez ai ele chora e nos se emociona tambem e esquece tudo. LIDERANÇAS VAMOS ACORDA todas as eleições ea mesma coisa usa e suga nos e depois da uma para nos banana . ass. ratinho
 
oldaci machado em 22/04/2013 09:10:16
ms quer mudança,estamos cansados de políticos tradicionais,vamos dar oportunidades para novas lideranças !
 
osvaldo willian da silva em 22/04/2013 08:55:52
Espero que o governador lance a Simone Tebet para sucedê-lo, tento em vista a alta rejeição do Nelson Trad.
 
Ana Almeida em 22/04/2013 08:03:26
- E que venha 2014, teremos sim mais 8 anos de gesão pmdebista, talvez não só oito, como 16 em diante, temos um dos melhores governos, Mato Grosso do Sul tem feito alianças douradoras e está em desenvolvimento. Eu voto 15. =D
 
Natielle Braga em 22/04/2013 08:01:51
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