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21/06/2013 10:20

André envia LDO 2014 à Assembleia; Orçamento supera R$ 11 bilhões

Zemil Rocha
Na mensagem á Assembleia, André alerta para o clima de incertezas (Foto: Arquivo)Na mensagem á Assembleia, André alerta para o clima de "incertezas" (Foto: Arquivo)

O governador André Puccinelli (PMDB) encaminhou à Assembleia Legislativa o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) que disciplina a elaboração da lei orçamentária de 2014. Considerando-se que o valor do Orçamento deste ano é de R$ 10,7 bilhões e que a projeção fixada na LDO é de recomposição inflacionária da receita do Estado, a peça orçamentária do ano que vem, o último da administração de Puccinelli, deverá chegar perto de R$ 11,5 bilhões.

O orçamento sul-mato-grossense deste ano foi fixado em R$ 10.720.581.100. O valor é 9,1% maior que o de 2012, que ficou em torno de R$ 9,8 bilhões. Diante das incertezas sobre a receita do Estado, em razão de mudanças no ICMS e no Fundo de Participação dos Estados (FPE), a expectativa é de reajuste em torno de 7% no Orçamento para 2014.

O 2º parágrafo do artigo 160 da Constituição Estadual, estabelece que a LDO definirá metas e prioridades da Administração Pública Estadual, orientando a elaboração da lei orçamentária anual e dispondo sobre a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento e sobre as alterações na legislação tributária. Na elaboração do projeto de lei de LDO, foram observadas as modificações efetuadas nos anexos de riscos fiscais e de metas fiscais, por meio da Portaria 637, de 18 de outubro de 2012, da STN (Secretaria do Tesouro Nacional), que aprova a 5ª edição do Manual do Técnico de Demonstrativos Fiscais, os parâmetros macroeconômicos previstos para o período 2014/2016, bem como as orientações e as metas e prioridades fixadas no Plano Plurianual 2012/2015.

Na justificativa, o governador informa que a estimativa de receita e a previsão da renúncia de receita foram elaboradas conforme determinam o artigo 30 da Lei Federal 4.320, de 17 de março de 1964, que trata sobre as normas gerais de direito financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, Estados, Municípios e Distrito Federal – o referido artigo declara que a estimativa da receita terá por base as demonstrações a que se refere o artigo anterior à arrecadação dos três últimos exercícios, pelo menos bem como as circunstâncias de ordem conjuntural e outras, que possam afetar a produtividade de cada fonte de receita –; e o artigo 12 da Lei Complementar Federal 101, de 4 de maio de 2000, que versa sobre as normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal – este artigo frisa que as previsões de receita observarão as normas técnicas e legais, considerarão os efeitos das alterações na legislação, da variação do índice de preços, do crescimento econômico ou de qualquer outro fator relevante e serão acompanhadas de demonstrativo de sua evolução nos últimos três anos, da projeção para os dois seguintes àquele a que se referirem, e da metodologia de cálculo e premissas utilizadas.

Ambiente de incertezas - O governador André Puccinelli considera que persiste o ambiente de incerteza quanto à aprovação e ao impacto decorrente da unificação das alíquotas do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), dos critérios de distribuição do FPE (Fundo de Participação dos Estados) e dos royalties da exploração de petróleo, e por conta disso resta à sua administração a manutenção da política de gestão financeira austera de controle de despesa, especialmente da relacionada à viabilização da contrapartida local na captação de recursos externos e na atração de novos empreendimentos para o Estado. Providência que, segundo ele, está em andamento com a execução dos investimentos contratados, bem como à manutenção do crescimento econômico voltado à geração de empregos e renda.

Puccinelli diz, na mensagem à Assembleia, que é evidente a necessidade de atendimento da elevada demanda de investimentos e de custeio de infraestrutura, que exige a máxima concentração na captação de recursos externos, em decorrência do excesso de vinculações de receitas para atendimento de transferências constitucionais. Segundo ele, essas transferências aos municípios e de despesas da Assembleia Legislativa, Tribunal de Justiça, Ministério Público, Tribunal de Contas, Defensoria Pública, saúde e educação, bem como ao pagamento de dívidas, de precatórios e de outras despesas, atualmente, consomem mais de 80% da receita disponível do Tesouro.

Ainda na mensage, o governador diz que a revisão do estudo atuarial do Regime Próprio de Previdência realizada, preliminarmente, em maio de 2013, projetando as receitas e as despesas previdenciárias, consta no anexo de metas fiscais, evidenciando os resultados da política previdenciária no mencionado período, observando “a segregação da massa de segurados dos planos financeiro e previdenciário”.

 

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Porque o André (PMDB) não encaminha à Assembléia Legislativa:
Projeto de Lei para que Político possa ser investigado por qualquer tribunal e ou juiz sem ter que pedir autorização para o Legislativo?
Projeto de Lei para NÃO permitir candidatura em MS de quem ainda tem mandato a cumprir?
Projeto de Lei para NÃO permitir candidatura a Cargo Público em MS de quem tiver acusação, para se candidatar precisa provar que não é verdadeira a acusação?
Projeto de Lei para acabar com salários para deputados estaduais e vereadores?
Porque o André não extinguiu os Impostos: garantido e Fundersul?
Porque não veio a público exigir do Governo Federal a demissão imediatamente da Célia e seus comandados da UFMS e demissão por justa causa dos marginais infiltrados no Hospital Universitário?
 
Maria Joao em 21/06/2013 11:27:51
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