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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

11/11/2009 10:31

André espera "tios" Lula e Dilma para definir aliança

Redação

O governador André Puccinelli (PMDB) mudou um pouco o tom de seu discurso e disse que ainda espera um posicionamento do Planalto sobre a possibilidade de aliança com o PT.

"Estou aguardando o tio Lula e a titia Dilma para decidir", declarou nesta manhã, durante evento no TRE (Tribunal Regional Eleitoral).

André lembrou que, em sua última visita a Brasília, participou de um almoço e teve a garantia da ministra Dilma Roussef de que as coisas "dariam certo" no Estado. "Ela me disse pra ficar tranquilo sobre a situação aqui", falou.

Pré-candidata a presidente da República, Dilma aproveitou reunião ontem com presidentes regionais do PT, em Brasília, para "pressionar", principalmente onde há dificuldade de união entre os dois partidos.

O presidente do diretório estadual, deputado Amarildo Cruz, viajou para acompanhar a discussão, como representante do partido no Estado.

Mesmo assim, o governador deixou claro que tem outras alternativas em vista, no caso dos planos darem errado com o PT.

"Se a noiva te deixa esperando no altar, o negócio é procurar outra", brincou, citando os nomes dos presidenciáveis Marina Silva (PV) e Ciro Gomes (PSB) como opções.

Puccinelli não lembrou de José Serra (PSDB) na lista dos que ele poderá apoiar em 2010.

Sobre a possibilidade de aliança com o PT em Mato Grosso do Sul, Puccinelli demonstrou simpatia à cúpula nacional, mas deixou claro que "não morre de amores" por Zeca do PT.

"Não sou apaixonado pelo Zeca, mas tenho respeito profundo pelo presidente Lula, que não estigmatizou Mato Grosso do Sul no repasse de recursos, e pela minha fada madrinha, que também traz dinheiro para o Estado", declarou, referindo-se a Dilma.

Puccinelli garante que, se houver embate, não teme enfrentar Zeca do PT.

"Desta vez a surra não será de 411 votos, mas de 411 mais alguns zeros", disse, fazendo referência à vitória sobre Zeca na disputa pela prefeitura de Campo Grande, em 1996.

Puccinelli afirma que não vai fazer campanha de baixo nível, mesmo que enfrente Zeca. "Não vamos xingar e nem ofender", garantiu.

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