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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

30/10/2013 15:58

André lista 12 prioridades logísticas de MS e diz que seria preciso R$ 36 bi

Zemil Rocha e Bruno Chaves
André quer atuação conjunta para por fim aos gargalos da logística (Foto: Cleber Gellio)André quer atuação conjunta para por fim aos gargalos da logística (Foto: Cleber Gellio)

O governador André Puccinelli afirmou, esta tarde, que se Mato Grosso do Sul tivesse obtido investimento nos seus 12 principais projetos logísticos prioritários o investimento chegaria a R$ 36 bilhões. As 12 mais importantes obras para o Estado, segundo ele, integram o rol de 308 projetos do “Centro-Oeste Competitivo”, apresentado ontem, em Brasília, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Confederação Nacional da Agricultura (CNA).

“Eu louvo a iniciativa da CNI e CNA para diminuir ou acabar com os gargalos. Teve uma evolução nesses anos para não se ter gargalos na logística, que já existem hoje. A iniciativa da CNI e CNA é para que tenhamos evolução, não tenhamos gargalos nem aumente no futuro”, aplaudiu o governador, durante evento entrega simbólica de geladeeiras do programa eficiência energética, no Centro Comunitário do Bairro Vida Nova II.

Dentre os 12 projetos prioritários para Mato Grosso do Sul, conforme André, alguns já foram realizados com recursos próprios. São projetos de infraestrutura ferroviária, rodoviária, hidroviária, portuária e aeroportuária, cinco setores mais importantes para fazer com que os produtos sejam mais competitivos para o Estado, tanto para consumo quanto exportação, na avaliação do governador. “Alguns foram pelo PAC II, como as duas ferrovias”, apontou Puccinelli.

Defendeu, porém, que seria importante a implementação das Parcerias Público Privadas no Estado, as PPPs. “Já enviei projeto para a Assembleia a fim de que governo do Estado, governo federal e iniciativa privada atuem em conjunto para que possamos fazer com que Brasil se modernize mais rápido”, disse.

Ontem, em Brasília, durante encontro com o setor produtivo sobre logística, que a viabilização do Projeto Centro-Oeste Competitivo, André dependeu a manutenção dos incentivos fiscais de ICMS para os estados da região e do efetivo ressarcimento das perdas com a desoneração tributária nas exportações previstas na Lei Kandir.



O parasitismo é e está na cidade de Campo Grande, que nada produz, sem agricultura e sem indústrias, vivendo apenas de dinheiro dos impostos recolhidos de locais e setores produtivos.
A Capital de MS vive e se enfeita dos salários de funcionários públicos, cargos comissionados e verba de projetos com verba federal e estadual.
O Interior mingua, faveliza e deteriora.
 
Carmem Lúcia Alves em 31/10/2013 05:39:22
Se o estado tivesse o retorno de todos esses "bilhões" de reais que são investidos, tudo bem! Mas só se ouve em investimentos bilionários e nada de benéfico (realmente) para o estado! Podem até afirmar que a vinda de fábricas pra cá beneficiaram o estado, mas esse benefício não veio para o meu bolso! Foi para o seu, cidadão sul-mato-grossense? Receio que não! Afinal, qual o real benefício para o estado? No mínimo, estranho! #ficadica
 
Ricardo Franco em 30/10/2013 23:00:04
MEU CARO ANDRÉ, SE VOCÊ SIMPLESMENTE BAIXAR O NOSSO ICMS PARA OS PATAMARES MÉDIOS DOS OUTROS ESTADOS, JÁ NOS DEIXARIA COM PREÇOS DE MERCADORIAS MAIS COMPETITIVOS, AFINAL O IMPOSTO É REPASSADO AO CONSUMIDOR FINAL.
 
MAXIMILIANO NAHAS em 30/10/2013 16:40:56
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