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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

17/05/2012 12:34

Após ser retirado de pauta, PCC da Iagro será votado na terça-feira

Wendell Reis

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul votará na próxima terça-feira (22) o PCC (Plano de Cargos e Carreiras) dos servidores da Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal). A afirmação de que a Mesa Diretora vai colocar o projeto para apreciação é do líder do Governo, Junior Mochi (PMDB).

O projeto foi retirado de pauta por solicitação da presidente do Sisems (Sindicato dos Fiscais Agrônomos de MS), Glaucy da Conceição Ortiz. Porém, alguns servidores, que não são fiscais, foram contra a retirada, alegando que chegaram a assinar o documento com 345 assinaturas apresentado na Assembleia para retirar o projeto de pauta, mas que não sabiam do propósito do documento.

Os servidores que procuraram a Assembleia para protestar contra a retirada alegam que a medida prejudicará os servidores em início de carreira e só favorecerá os fiscais que, em sua maioria, ganham salários que chegam a R$ 40 mil. O presidente da Comissão de Agricultura e Pecuária da Assembleia, Márcio Fernandes (PTdoB), explica que a Assembleia pretende ouvir todo mundo, para que os que ganham menos não sejam prejudicados.

Ao retirar o projeto na sessão de terça-feira, o presidente da Assembleia, Jerson Domingos (PMDB), atribuiu a responsabilidade pela retirada a presidente do Sisems. O sindicato alegou que não há avanço nos pontos divergentes do Plano de Cargos e Carreiras da categoria e, por isso, defenderam a retirada até que se chegue a um equilíbrio de interesse entre o Executivo e os servidores. O governador André Puccinelli (PMDB) já declarou que as mudanças podem ser classificadas como “caça aos marajás”, já que combate as diferenças salariais.



Esse plano não contempla nem os funcionários de fase inicial pois um técnico Agricola chega ganhar de R$ 2.500 a 4.500 nas Usinas de alcool e o Projeto o menor salario vai de R$ 1.250.00 a o maior que é 2.700. Claro que vergonhoso essa proposta de cargos e salários. Queria que um deputado estadual vivesse com 1250 reais por mês.
 
Isnard Carvalho em 19/05/2012 04:33:04
Caça a marajás? Acho que está ocorrendo aí é a tentativa da retirada de um benefício adquirido legalmente. Não se trata de pessoas que não trabalham em jogo... Marajá é quem não trabalha...Marajá são alguns políticos que não trabalham e ganham... Os servidores só estão lutando pelos seus salários...
 
Fani Silva em 17/05/2012 12:44:30
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