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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

14/06/2011 12:08

Aprovado novamente projeto para reduzir uso de sacolas plásticas

Vanda Escalante e Ítalo Milhomem

Proposta foi vetada pelo governador no ano passado e agora vai novamente para sanção.

Os deputados estaduais aprovaram hoje (14), em segunda votação, o projeto de lei que proíbe a distribuição indiscriminada de sacolas plásticas pelos estabelecimentos comerciais. O projeto, do deputado Paulo Duarte (PT) foi apresentado pela segunda vez à Assembleia e, desta vez, foi aprovado com apenas quatro votos contrários: Marcio Fernandes (PTdoB), Diogo Tita (PPS), Junior Mochi e Eduardo Rocha (PMDB).

Agora, a proposta vai para a sanção do governador André Puccinelli (PMDB). Em outubro do ano passado, ele vetou o projeto, alegando que se as sacolas não forem distribuídas gratuitamente os consumidores acabarão comprando e os prejuízos ao meio ambiente ocorrerão da mesma forma, com o agravante de onerar o consumidor.

Reapresentado no início deste ano, o projeto foi aprovado em primeira votação no mês de abril. O autor da proposta defende que sua aprovação tornaria Mato grosso do Sul “mais uma referência na questão ambiental”.

Paulo Duarte lembrou ainda o fato de outros 13 estados brasileiros já terem

leis de uso consciente das sacolas plásticas. “Não é um modismo! Venho trabalhando nesse projeto desde 2009 e após essa data vários estados já aprovaram projetos semelhantes. Estudei o assunto e a questão foi amplamente debatida com a sociedade”, desabafa.

Quanto ao custo das sacolas plásticas, o deputado reafirma que o Projeto permite ao consumidor saber exatamente quanto paga em cada unidade de sacolinha: “Há uma falsa impressão de que a sacola é fornecida de graça. O valor dela faz parte do preço final dos produtos”, finaliza.

O projeto prevê que a cobrança referente às sacolas plásticas seja feita de forma separada dos produtos adquiridos pelos clientes e compreende supermercados, estabelecimentos congêneres, lojas de hortifrutigranjeiros e de alimentos “in natura” e industrializados em geral, farmácias, entre outros. Os estabelecimentos comerciais poderão oferecer gratuitamente a seus clientes sacolas ou embalagens de material biodegradável (papel) ou reutilizáveis.

(Com informações do portal da Assembleia Legislativa)

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NÃO ADIANTA ALGUNS COMERCIANTES COBRAR EM QUANTO OUTROS TÃO DE GRAÇA ASSIM COMO VAI ACABAR COM AS SACOLA PLÁSTICAS? ISTO E UMA QUESTÃO CUTURAL. TEMOS QUE MUDAR OS HÁBITOS DE CONSUMIR A SACOLA PLÁSTICA, PARA QUE ISSO SURJA EFEITO O GOVERNO TEM QUE CRIAR INSENTIVO FISCAIS PELO PERÍODO DE 3 A 5 ANOS PARA AS INDÚSTRIAS DEIXAR DE FABRICAR AS SACOLAS PLÁSTICAS E FAZER ALTERAÇÃO NO PROCESSO INDUSTRIAL.
 
Renata Paixão Freitas Luiz em 30/06/2012 07:24:13
Ninguém vai deixar de usar sacolas só porque os deputados querem! Senhores deputados do Brasil, vamos trabalhar em prol da educação, segurança e saúde, pois está caótica a situação do brasileiro! Aqui em Natal/RN (e em outras cidades do Brasil) já se usam, há algum tempo, sacolas biodegradáveis (feitas de resina de milho e mandioca, que se decompõem em 18 meses nos aterros sanitários). O custo é um pouco maior, mas nada que onere demasiadamente as compras. A natureza agradece! Já que estamos pagando por mais esse custo, que se use material que seja ecologicamente correto.
 
Daniel Dias em 15/06/2011 08:37:56
Apóio o projeto! Mtos defendem a necessidade das sacolas plásticas, ao argumento de reutilizá-las para condicionar seus lixos domésticos.
Entretanto, tal argumento não merece guarida.
Tenho 31 anos. Na minha época de criança, me lembro bem, não existiam essas sacolinhas plásticas, mas apenas retornáveis. Com relação ao lixo doméstico, cada morador tinha defronte às suas respectivas casas um recipiente, geralmente um latão grande daqueles de plástico duro de óleo diesel ou outros, que eram utilizados para essa finalidade de armazenar temporariamente o lixo doméstico, de modo que, me lembro bem, o lixeiro passava, jogava o conteúdo no caminhão e simplesmente lançava de volta o latão. Depois de um bom tempo que surgiu a "inovação da sacolinha plástica", que na verdade se revela hoje um retrocesso, tudo, por um golpe de marketing. Vejam, a companhia de lixo não estar em todos os locais ao mesmo tempo, certo? Na época das chuvas bravas que nós bem conhecemos aqui na nossa cidade, milhares e sacos de lixo com lixo acabam sendo arrastados pelas fortes enxurradas, entopem boeiros, vão parar nos rios, matam animais, comprometem todo o meio ambiente.
Devemos apoias a iniciativa parlamentar, a exemplo de outros países desenvolvidos, como o Canadá, por exemplo.
 
André Germano em 15/06/2011 08:27:15
Bom... então a solução dever ser jogar o lixo no meio da rua já que não pode usar sacolas !!!???




 
Angelo Fantin em 14/06/2011 11:17:26
Vamos voltar a comprar tudo a granel.
Arroz, feijão, fubá, farinha, bolachas. Levaremos litros para que os tambores com torneirinha sejam derramados o óleo e o azeite, o vinagre e o refrigerante .

Maravilha, seremos atendidos gentilmente por um "brimu", "japa", "portuga" ou comerciante de qualquer raça e seremos felizes. Muito felizes.
Ah. vá!!!!
Fotografarei nossos gestores em suas compras e verificarei se em primeiro lugar eles estão dando o exemplo. OK? Combinado senhores?
 
Orlando Lero em 14/06/2011 09:34:46
Muito interessante essa proposta, já que o preço da sacola está incluído nos preços dos produtos, com certeza os mesmo terão uma redução de preço.

Acorda o Mané!!!!! Desde qdo os consumidores vão ter algum benefício? Além de continuar a pagar o mesmo preço pelo produto, vão ter que pagar pela sacola tbem.

Meio ambiente é conscientização. Não fazer uma lei só para falar que fez algo. Já pensou na situação do assalriado que pega ônibus? Ele pode optar entre ir a pé para casa, mas com a sacola que ele comprou, ou ir de ônibus carregando suas compras em caixas dentro deum ônibus lotado.

Nossos políticos não conhecem a realidade dos seus patrões. Vivem num bolha, numa utopia. Os políticos precisam sair dessa bolha. Estou perdendo a esperança desse País ser algo, com esses políticos.

Mas nós merecemos, nós demos um cheque em branco para eles nas eleições.
 
Rogério Martins em 14/06/2011 08:34:03
Porque tanto barulho por sacolas se o problema é a inexistência da reciclagem de lixo, da coleta seletiva, do tratamento de esgoto na maioria das nossas cidades e da destinação dos resíduos sólidos na produção de energia.
 
José Carlos em 14/06/2011 07:05:43
Realmente esse é um excelente projeto criado pelo governo,pois os benefícios serão notados pela própria população,pois todos sabemos que sacolas plásticas entópem boieiros e seu material é de difícil degradação no meio ambiente.
 
Rodrigo de Oliveira Souza em 14/06/2011 05:53:53
Correto, paramos de usar sacola plastica e começamos a usar sacola de papel, que vem da extração do eucalipto, que utiliza 30lts de água por dia, que para confecção do papel mais 300 lts e depois que arranca o eucalipto da terra, nada mais cresce no lugar, isso mesmo, tá correto !!

Poque não sancionar lei que obriga a o retorno da embalagem "retornável" as prateleiras, como o vidro ??? Porque não se institui a logística reversa ???

O Sr. Paulo deveria estudar mais um pouquinho, principalmente a nova PNRS, Plano Nacional de Resíduos Sólidos. E, se debateu muito com a sociedade, eu não fui convidado.

 
Sergio Correa em 14/06/2011 04:37:13
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