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Campo Grande, Sexta-feira, 18 de Agosto de 2017

14/07/2017 11:59

Assembleia estuda cercar prédio para dar mais segurança a servidores

Alternativa foi mencionada durante reunião com os funcionários, para coibir furtos ou até assédios a servidoras

Leonardo Rocha
Deputados cercar toda a área da Assembleia, para dar mais segurança aos servidores (Foto: Alcides Neto)Deputados cercar toda a área da Assembleia, para dar mais segurança aos servidores (Foto: Alcides Neto)

A Assembleia estuda cercar toda área e prédio como uma medida preventiva, para dar mais segurança aos servidores, que reclamaram de casos de furtos, carros riscados e até assédios a funcionárias. A direção vai avaliar a questão financeira e se o plano diretor do Parque dos Poderes, permite a realização desta intervenção.

A alternativa foi mencionada nesta manhã (14), durante reunião da direção da Assembleia, com os servidores efetivos e comissionados do legislativo. O deputado Maurício Picarelli (PSDB), corregedor da Casa de Leis, ressaltou que a medida será avaliada no 2° semestre.

"Se trata de um risco e ameaça aos servidores e deputados, já que não se pode fazer a vigilância completa, bandidos podem por exemplo entrar pelo fundo, na área de estacionamento, por isso pensamos em cercar toda área", disse o tucano.

Ele também prometeu melhorar a iluminação nos pátios e estacionamento. "Já colocamos uma cancela e iremos trocar os cartões de acesso, para que haja um controle maior de quem entra no legislativo. Chegou a nós casos de furtos, carros riscados e até assédio a funcionárias, por isso temos que melhorar a segurança".

O presidente da Assembleia, o deputado Junior Mochi (PMDB), explicou que se trata de um estudo inicial, já que se precisa avaliar a questão financeira e até jurídica desta intervenção. "Teremos que checar por exemplo se fere o Plano Diretor do Parque dos Poderes, em relação ao planejamento arquitetônico", explicou.

 

Os deputados Felipe Orro, Junior Mochi e Muarício Picarelli, durante reunião com os servidores (Foto: Victor Chileno/ALMS)Os deputados Felipe Orro, Junior Mochi e Muarício Picarelli, durante reunião com os servidores (Foto: Victor Chileno/ALMS)

Comércio - Picarelli também avisou os servidores, que haverá uma fiscalização mais rígida contra a prática de comércio dentro do legislativo. "Chegou uma lista de 28 pessoas, que seria o cadastro de vendedores aqui dentro, desde comida, artesanato, roupas e objetos diferentes, isto é proibido por lei, não se pode vender nada dentro do prédio", disse o corregedor.

Ele explicou que qualquer compra (remédios e lanches) deve ser feita e recebida no lado de fora da Assembleia. "A partir do dia 1° de agosto seremos bem mais rigorosos sobre isto, pois se vende de tudo aqui, seja canetas, brindes, lanches até calcinhas, até chegaram a sugerir a direção que descontasse na folha salarial, a dívida dos servidores".

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