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Campo Grande, Terça-feira, 17 de Julho de 2018

23/12/2011 11:49

Associação de juízes trabalhistas diz temer redução de poderes do CNJ

Débora Zampier, da Agência Brasil

Apesar de estar envolvida na polêmica sobre as ações da Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) está preocupada com a repercussão negativa do episódio no trabalho correicional do órgão. Em nota, o presidente da associação, Renato Sant'Anna, diz temer que a discussão fortaleça aqueles que desejam a redução de poderes do CNJ.

"É lamentável que eventuais e pontuais desacertos ou excessos sirvam de mote para inviabilizar a continuidade de sua plena atuação [do CNJ]”, afirma o Sant'Anna.

A Anamatra é uma das entidades que acionou o STF para suspender as investigações sobre a evolução patrimonial de juízes, pedido atendido, em caráter liminar, pelo ministro Ricardo Lewandowski na última segunda-feira (19). A entidade também é uma das signatárias do pedido para que o Ministério Público e o próprio CNJ investigue a conduta da corregedora, que será protocolado na manhã desta sexta-feira (23).

No entanto, a Anamatra diverge das demais entidades classistas sobre a possibilidade de a Corregedoria Nacional atuar em conjunto com as corregedorias locais. Sant'Anna considera o CNJ um “instrumento de democratização e transparência do Poder Judiciário”, mas acredita que as coisas precisam ser feitas dentro do que estabelece a lei.



Tomara que reduza mesmo, porque eles são seres humanos e não deuses.
 
João Alves de Souza em 23/12/2011 06:18:41
Na verdade o que não querem é qualquer investigação. É um poder que deveria ser 100% ilibado, porém, é constituído por seres humanos e portanto, passível dos mesmos problemas de corrupção dos demais. Vai acabar continuando sem controle algum, como é hoje.
 
Bruno Baque em 23/12/2011 01:25:03
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