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Campo Grande, Quinta-feira, 19 de Abril de 2018

26/09/2013 14:47

Bernal confunde desmembrando R$ 108 milhões e votação é adiada

Zemil Rocha e Kleber Clajus
Vereadores discutindo projetos de suplementação de Bernal hoje na Câmara (Foto: Cleber Gellio)Vereadores discutindo projetos de suplementação de Bernal hoje na Câmara (Foto: Cleber Gellio)

A Câmara de Campo Grande acabou adiando para a semana que vem a votação do maior pedido de suplementação orçamentária do prefeito Alcides Bernal (PP), no valor de R$ 40,2 milhões, depois de mais uma confusão da prefeitura que enviou aos vereadores, no final da sessão desta quinta-feira (26), dois projetos, desmembrando o de R$ 108 milhões.

Pelo acordo selado terça-feira (24), com a presença do secretário de Planejamento, Finanças e Orçamento, Wanderley Ben Hur, uma nova proposta seria enviada suprimindo o valor de R$ 68,6 milhões, pois se referia a despesa de pessoal e encargos sociais, não havendo necessidade legal de autorização legislativa para reforço de dotações nesse caso.

No final da sessão de hoje, porém, o Executivo municipal enviou dois projetos para substituir o de R$ 108 milhões, que deixará de tramitar, um no valor de R$ 68,6 milhões e outro de R$ 40,2 milhões.

A presidente da Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara, Grazielle Machado (PR), ficou indignada com o novo erro da prefeitura. Na terça-feira, a republicana já havia denunciado que o prefeito Alcides Bernal acabou enviando duas peças orçamentárias para o Legislativo Municipal, uma entregue aos vereadores e outra totalmente diferente para a comissão presidida por ela. Chegou a pegar um dos orçamentos e jogar no chão, dizendo a seguir: “Esse orçamento não presta para nada; deve ser levado à fogueira”.

Grazielle Machado já avisou que o projeto de suplementação de R$ 68,6 milhões terá o mesmo destino que o de R$ 108 milhões. “Não vai tramitar esse de R$ 68 milhões”, avisou. Quanto ao projeto de suplementação de R$ 40,2 milhões há consenso para aprovação, mas sua votação foi adiada em razão de a proposta ter chegado no final da sessão desta quinta-feira, a última da semana.

A posição da presidente da Comissão de Finanças e Orçamento, de suspender a tramitação do projeto de suplementação de R$ 108 milhões, foi considerada correta até mesmo pelo líder do prefeito na Câmara, Marcos Alex (PT), que reconheceu a necessidade de correção dos valores. “Solicito ao Executivo que refaça o projeto, retirando os interrelacionados ao pagamento de pessoal”, afirmou esta manhã. Alex considerou a que a decisão tomada por Grazielle Machado foi coerente e que o seu parecer foi técnico.

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A grande verdade foi o que ela disse e que Encaergos,Pis,Cofins e outros não precisa de Votação do Legislativo que ele poderia gastar esse dinheiro para esses fins,ficou para analise os 40,8 Milhões se eles quisessem ou ficaria ali mesmo acertado..
 
Carlos Alberto em 26/09/2013 18:22:50
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