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Campo Grande, Segunda-feira, 21 de Agosto de 2017

12/12/2013 10:38

Com prazo expirando, aprovados em concurso da Guarda exigem convocação

Luciana Brazil e Kleber Clajus
Ao todo 77 pessoas foram aprovadas no concurso.Ao todo 77 pessoas foram aprovadas no concurso.
Com caixão, aprovados querem ser convocados. (Fotos: kleber Clajus)Com caixão, aprovados querem ser convocados. (Fotos: kleber Clajus)

Cerca de 30 pessoas aprovadas no concurso público da Guarda Municipal de Campo Grande, realizado em 2011, reivindicam, na manhã de hoje (12), na Câmara de Vereadores, a convocação para o cargo. O prazo para nomeação vence no sábado (14) e até o momento, nenhum dos 77 aprovados foi convocado. O concurso já foi renovado por duas vezes, o que impede um novo renovamento.

Além de serem aprovados na prova, o grupo já passou por formação.

Munidos com faixas e cartazes, o grupo chegou à Casa de Leis carregando um caixão. A intenção é mobilizar o executivo.

“Estamos prontos para trabalhar. Nossa formação durou 45 dias e foi realizada no CEFAP (Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças da Polícia Militar), em 2010”, contou Herik Garcia, 27 anos.

Segundo ele, a reivindicação é contra a prefeitura e não contra o prefeito Alcides Bernal (PP). “Nosso problema hoje não é com o Bernal, mas com a prefeitura que deixou de nos nomear”, concluiu.

Hoje na Capital são efetivos 1.312 guardas municipais. São 1.480 vagas e 77 concursados aguardam convocação.

“Pode ser que o prefeito não queira nomear alguém de um concurso realizado na gestão do Nelsinho (Nelson Trad Filho ex-prefeito de Campo Grande). Ele não pode alegar que não tem dinheiro e limite para as convocações. Ele tem que fazer”, disse o advogado que representa o grupo, Ronaldo Franco.




Mauro Antunes. Nunca li tanta besteira!!!
 
Elcio Muniz em 13/12/2013 15:31:17
Com certeza o melhor para nossa cidade é contratar terceirizados do que convocar quem passou em concurso e fez curso para atuar no cargo, quando não se tem nada a falar fique quieto.
 
Alice Rocha em 12/12/2013 19:48:54
Certa feita, um prefeito recém-eleito em Minas Gerais, deparou-se com a mesma situação. O antigo prefeito não convocou os guardas por saber que não eram bons para o serviço. Tanto fizeram que obrigaram o novo prefeito a contratá-los. Foram todos designados a "tomar conta" dos cemitérios locais, no período noturno. Dentro do período de experiência, todos deixaram o serviço. Entre os "insistentes", cinco deles juram, até hoje, que fantasmas existem. Os restantes responderam a inquéritos administrativos por dormirem em serviço e permitirem roubos ao patrimônio que deveriam cuidar e hoje fazem parte do "arquivo morto" do setor de recursos humanos da prefeitura. Será que vale a pena insistir?
 
Mauro Antunes em 12/12/2013 12:06:21
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