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Campo Grande, Quinta-feira, 24 de Agosto de 2017

04/11/2014 09:21

Com problemas na Câmara, prefeito antecipa saída de Edil de secretaria

Kleber Clajus
Ex-vice-prefeito de Campo Grande retoma os trabalhos no Legislativo a partir de amanhã (Foto: Marcos Ermínio / Arquivo)Ex-vice-prefeito de Campo Grande retoma os trabalhos no Legislativo a partir de amanhã (Foto: Marcos Ermínio / Arquivo)

Edil Albuquerque antecipou a saída do comando da Sedesc (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, de Ciência e Tecnologia e do Agronegócio) e deve reassumir a vaga de vereador na quarta-feira (5). Ele volta com a missão de assumir a articulação do prefeito da Capital, Gilmar Olarte (PP) no legislativo municipal, onde não consegue aprovar a doação de áreas para a Cidade do Ônibus e enfrenta resistência para reajustar o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) em 18%. 

Decreto publicado no Diário Oficial, ontem (3), trouxe a exoneração do peemedebista do comando da Sedesc, que ocupava desde março. O cargo será ocupado pelo secretário adjunto, Natal Baglioni. Já na Câmara Municipal, a mudança retira o suplente Loester Nunes (PMDB), que só retorna ao Legislativo quando Grazielle Machado (PR) assumir vaga de deputada estadual no próximo ano.

As mudanças, conforme Edil, foram antecipadas em comum acordo e pela “necessidade de interlocução mais presente na Câmara”, uma vez que João Rocha (PSDB) entrega, nesta terça-feira (4), a liderança do prefeito para se dedicar ao tratamento de saúde da esposa.

“No final do ano se intensificam os projetos como IPTU e dos professores, que precisam ser votados. O João vai se dedicar a assuntos particulares e cumpri o que havia combinado com o prefeito”, destacou Edil, responsável por recuperar 82 de 110 projetos de investimento na Capital.

Troca de liderança – Ao deixar a liderança, João Rocha ressaltou que o pedido havia sido feito há três meses e reconhece que houveram momentos de ausência em Plenário mal compreendidos por se tratar de acompanhamento da esposa em tratamento de câncer. “Fica ruim o líder não estar lá, mas não podia deixar de atender a família”, pontuou.

Ele também entende que Edil é um bom nome para assumir o cargo por sua experiência e dedicação.




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