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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

15/12/2015 14:35

CPIs abertas na Assembleia vão continuar trabalhos em 2016

Leonardo Rocha
CPI do Cimi tem gasto mensal de R$ 25 mil e vai prosseguir em 2016 (Foto: Wagnr Guimarães)CPI do Cimi tem gasto mensal de R$ 25 mil e vai prosseguir em 2016 (Foto: Wagnr Guimarães)
CPI do Combustível ainda não fez contratações, mas pode buscar especialistas (Foto: Wagner Guimarães)CPI do Combustível ainda não fez contratações, mas pode buscar especialistas (Foto: Wagner Guimarães)

Existem três CPIs abertas na Assembleia Legislativa, todas nos últimos meses de 2015, por esta razão elas vão ficar paradas durante o recesso e voltam aos trabalhos em fevereiro do ano que vem. A comissão mais adiantada que investiga o Cimi (Conselho Indigenista Missionário), já completou 100 dias e irá pedir prorrogação de mais 60, após retorno.

De acordo com a presidente da CPI do Cimi, a deputada Mara Caseiro (PT do B), sua comissão tem gasto mensal de R$ 25 mil, tendo a contratação de um assessor jurídico, uma analista de sistema e uma jornalista, outros profissionais da própria Casa de Leis, também prestam serviço para a investigação.

Entre os contratos estão o assessor jurídico José Goulart Quirino, Jumara Saraiva (analista de sistema) e Thais Francisco (jornalista). "Os gastos serão abaixo do esperado, porque desde o início foi resolvido que não teria audiências fora de Campo Grande, até para economizar recursos", disse Quirino.

Mara ponderou que a comissão está no caminho certo e que ainda faltam 40 pessoas para serem ouvidas e assim se chegar ao relatório final do trabalho. Para o relator, Paulo Corrêa (PR), se precisar vão pedir até mais prazo, para se fazer um trabalho cuidadoso. "Vamos ouvir a todos com calma, sem correria, até para que o trabalho seja de mais qualidade".

Já a CPI do Combustível, que começou em novembro, de acordo com seu presidente, o deputado José Carlos Barbosa (PSB), ainda não houve gastos e nem contratação de pessoas de fora da Assembleia, mas estas aquisições não foram descartadas.

"No ano que vem se tivermos a necessidade de contratar alguém da área tributária e um especialista para avaliar os documentos vamos fazer, até para saber sobre o impacto do tributo e frete no preço do produto". As reuniões deste ano acabaram, voltando em fevereiro.

Já a CPI do Genocídio, que começou a fase de depoimentos, requisitou uma série de documentos de entidades como Polícia Federal, Sejusp e Funai. O presidente da comissão, o deputado João Grandão (PT) disse que ainda não houve contratações externas, e sobre os gastos foi feita uma previsão, mas não quis adiantar o valor, dizendo que em breve será publicado no Diário Oficial da Assembleia.

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