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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

15/08/2016 12:05

Defesa ainda não sabe motivo para prisão de “laranja” de Olarte

Evandro Farinelli teria cedido seu nome para aquisição de imóveis

Mayara Bueno e Aline dos Santos
Paulo Nagata, advogado de Evandro, afirmou que ainda não tem conhecimento de motivo da prisão. (Foto: Fernando Antunes)Paulo Nagata, advogado de Evandro, afirmou que ainda não tem conhecimento de motivo da prisão. (Foto: Fernando Antunes)
Advogado de Evandro, Everton Schorro. (Foto: Fernando Antunes)Advogado de Evandro, Everton Schorro. (Foto: Fernando Antunes)

Evandro Farinelli, que seria “laranja” do prefeito afastado, Gilmar Olarte (PP), em aquisições de imóveis, foi preso em sua residência, nesta manhã, afirmou o advogado Paulo Nagata. Ele disse não ter conhecimento do motivo, detalhes da prisão e para onde seu cliente será transferido.

Mais cedo, Evandro chegou à sede do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), acompanhado de policiais. Não falou com a imprensa. Ainda segundo Nagata, seu clinete foi preso em casa e foi direto ao Gaeco, onde permanece até agora.

Everton Schorro, que também se identificou como advogado de Evandro, afirmou que só terá acesso ao processo à tarde, quando tomará conhecimento do teor da investigação contra seu cliente.

De acordo com nota divulgada pelo MPE-MS (Ministério Público Estadual de MS), Farinelli seria a pessoa que cedia seu nome para que as compras de Andréia Olarte fossem feitas.

As prisões e os mandados fazem parte da Operação Pecúnia e foram pedidas por meio da investigação que apura prática de crimes de lavagem de dinheiro, associação criminosa e falsidade ideológica. A ação seria desdobramento da Operação Adna contra Olarte, cuja investigação atribui a ele o crime de corrupção passiva. Adna é a sigla da igreja Assembleia de Deus Nova Aliança, que, em Campo Grande, foi fundada pelo ex-prefeito.

Ainda de acordo com o Ministério Público, as investigações começaram com a quebra de sigilo bancário de Andréia Olarte e de sua empresa, além de informações de que, entre 2014 e 2015, enquanto Gilmar era prefeito, a esposa adquiriu vários imóveis em Campo Grande, alguns em nome de terceiros.

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