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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

06/08/2014 15:26

Delcídio quer implantar restaurantes populares a R$ 2,00 a refeição

Ludyney Moura
Candidato petista quer cumprir com compromisso social, e também facilitar a vida da mulher sul-mato-grossense. (Foto: Divulgação) Candidato petista quer cumprir com compromisso social, e também facilitar a vida da mulher sul-mato-grossense. (Foto: Divulgação)

Sob a promessa de que se governo terá um “forte viés social”, o candidato do PT ao governo de Mato Grosso do Sul, senador Delcídio do Amaral, quer implantar restaurantes populares na cidades do Estado com mais de 100 mil habitantes, ao custo de no máximo R$ 2,00 (dois reais) a refeição, valor que será possível mediante convênios do Poder Público com a iniciativa privada.

“Vamos retomar, em parceria com a iniciativa privada, um projeto implantado aqui na gestão do ex-governador Zeca do PT, e que hoje funciona muito bem em diversos estados, como o Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e o Pará. Servir comida de boa qualidade, nutritiva e variada, cobrando no máximo R$ 2,00 por pessoa”, destacou o senador ao comentar essa semana as propostas de seu governo para área social.

Em Campo Grande, a ideia de Delcídio é implantar pelo menos um restaurante na região central, e em alguns bairros de maior densidade populacional, como as Moreninhas, Tiradentes, Nova Lima e o Aero Rancho, privilegiando pontos de maior concentração de trabalhadores. Outro ponto importante, será um convênio do governo estadual com agricultores familiares sul-mato-grossenses para o fornecimento de gêneros alimentícios aos restaurantes.

“No governo Zeca do PT funcionou um restaurante no Dom Antônio Barbosa, um dos bairros mais carentes da capital, com absoluto sucesso. Ali eram servidas 300 refeições por dia e o governo investia apenas R$ 25 mil por mês . O restante era custeado por empresas privadas, que recebem incentivos fiscais do Governo Federal para participar dessa iniciativa”, frisou o candidato.

De acordo com o senador, a União, por meio do MDS (Ministério do Desenvolvimento Social), já possui um programa de financiamento e estímulo para implantação dos restaurantes populares. “A mulher trabalhadora, que além dos afazeres domésticos, encara todo dia oito horas de batente, normalmente acorda às 5h da manhã para preparar o almoço, a própria marmita e a do marido, e mandar os filhos para a escola, com essa proposta pelo menos não vai se preocupar em fazer a comida”, finalizou Delcídio, revelando que estudos para manter os restaurantes abertos aos fins de semana já estão sendo feitos.



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