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Campo Grande, Terça-feira, 21 de Maio de 2019

12/04/2019 12:15

Deputados querem incentivo para uso de gás natural em veículos

Eles alegam que esta conversão vai diminuir o impacto ambiental e gerar economia aos motoristas

Leonardo Rocha
Deputados Lucas de Lima (SD) e Gerson Claro (PP), autores do projeto, ao lado de Evander Vendramini (PP), durante sessão (Foto: Assessoria/ALMS)Deputados Lucas de Lima (SD) e Gerson Claro (PP), autores do projeto, ao lado de Evander Vendramini (PP), durante sessão (Foto: Assessoria/ALMS)

Para incentivar o uso de gás natural em veículos, os deputados Gerson Claro (PP) e Lucas de Lima (SD) preparam um programa de incentivo ao motorista que aderir a esta conversão. A justificativa é que vai se reduzir o impacto ambiental, fomentar o setor, além de gerar mais economia aos condutores.

“A intenção é estimular a população a fazer esta conversão, para que o veículo que utilize derivados de petróleo, possam usar o gás natural. O motorista vai economizar 70% nos preços e o impacto ambiental é 80% menor do que no outro modelo”, disse Gerson Claro.

Ele alega que o programa de incentivo vai favorecer a produção local, já que se passa o gasoduto no Estado. “Em São Paulo se tem mais de 100 mil veículos com gás natural, oito mil por ano, enquanto que aqui são só apenas 4 mil que utilizam este modelo”, citou o autor.

Claro adiantou que hoje para fazer esta conversão se gasta em média R$ 6 mil, mas se impulsionar o setor, pode se “baratear” este serviço, reduzindo os preços. “Já temos uma empresa pública, que é a MS Gás, que faz esta distribuição, e o projeto pode dar desconto para quem aderir”, informou.

Diálogo - Os deputados disseram que já procuraram representantes do setor, para discutir a criação do programa, assim como o comando da Sefaz (Secretaria de Estado de Fazenda) e governador Reinaldo Azambuja (PSDB). A intenção é apresentar a matéria na semana que vem.

“Estamos pensando inclusive em crédito para quem fizer a conversão, ou até desconto no IPVA. Vamos discutir estes pontos para fechar o projeto”, argumentou Claro. Para Lucas de Lima (SD) um dos principais empecilhos ao setor, são os altos impostos cobrados para a conversão. “Muitos gastos em taxas, inclusive de documentação”.



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