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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

05/12/2013 07:57

Deputados solicitam aumento de emendas para R$ 1,2 milhão em 2014

Leonardo Rocha
André fará estudo para saber se é viável aumento para R$ 1 milhão (Foto: Cleber Gellio)André fará estudo para saber se é viável aumento para R$ 1 milhão (Foto: Cleber Gellio)

O deputado estadual Laerte Tetila (PT) fez uma indicação ao governo estadual para que aumente o valor das emendas individuais dos deputados de R$ 800 mil para R$ 1,2 milhão.

Ele ainda defende a inclusão da agricultura familiar no destino destes recursos. Sua proposta recebeu o apoio de todos os colegas do legislativo.

Hoje os deputados têm o direito de indicar R$ 800 mil em emendas para os setores da saúde, educação e assistência social, o que sempre é dividido entre municípios e entidades que realizam trabalho social.

Eles sempre reclamam que este valor é escasso já que precisam contribuir com 79 municípios, além das instituições que sempre procuram ajuda no legislativo estadual.

“Este aumento significaria apenas 0,24% do Orçamento do Estado, não terá danos aos cofres públicos”, afirmou Tetila.

Anúncio – No dia 27 de novembro, o governador André Puccinelli (PMDB) liberou em solenidade na Assembleia R$11,3 em emendas referentes a 2013 que foram destinadas a saúde.

Ele prometeu que antes do natal, liberaria o restante do montante de R$ 19,2 milhões previstos para este ano.

Nesta ocasião, o deputado Rinaldo Modesto (PSDB) já havia requisitado ao governador um aumento nas emendas para R$ 1 milhão ou até o dobro do valor, chegando a R$ 1,6 milhão.

André ponderou que gostaria que cada deputado tivesse ao menos R$ 1 milhão para enviar indicar aos municípios e entidades, porém precisaria fazer um estudo e planejamento, já que em 2014 terá que arrecadar R$ 120 milhões a mais para pagar as contas até o final de seu mandato.

O governador ainda lembrou que no seu primeiro ano de mandato (2007), os deputados recebiam R$ 500 mil em emendas, em 2008 o recurso subiu para R$ 600 mil, no terceiro ano (2009) para R$ 700 mil e no quarto ano (2010) aos atuais R$ 800 mil.

“Estamos há três anos com o valor congelado, e espero que o governo tenha condições de aumentar o valor no meu último ano de mandato”, explicou ele.

 



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