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Campo Grande, Quarta-feira, 23 de Agosto de 2017

03/07/2014 09:05

Dos 29 vereadores, só 13 vão disputar as eleições deste ano na Capital

Kleber Clajus
Legislativo terá 14 candidatos disputando eleições neste ano (Foto: Marcos Ermínio / Arquivo)Legislativo terá 14 candidatos disputando eleições neste ano (Foto: Marcos Ermínio / Arquivo)

A busca por novo cargo eletivo mobilizará 13 dos 29 vereadores de Campo Grande a partir de 6 de julho, momento em que inicia oficialmente o período de campanha. Do grupo saem candidatos a vice-governadora, senador e deputados federais e estaduais.

Rose Modesto (PSDB) é quem deve alçar voo mais alto. A tucana foi confirmada, após tratativas com o Solidariedade e Democratas, na chapa de Reinaldo Azambuja (PSDB). Sua escolha foi justificada por ser mulher e ter ampla adesão do segmento educacional e evangélico.

No caso do Senado, Gilmar da Cruz (PRB) também pretende recorrer aos evangélicos em busca de votos, uma vez que é pastor da Igreja Universal do Reino de Deus. Alinhado ao candidato ao governo Nelson Trad Filho (PMDB), sua candidatura está ameaçada depois que a Justiça Eleitoral proibiu coligação com dois candidatos a uma vaga no Senado. Isso porque Simone Tebet já representa a chapa peemedebista para o cargo.

Com possibilidade de mudar o gabinete para Brasília (DF), estão os vereadores Carla Stephanini (PMDB), Zeca (PT), Elizeu Dionizio (SD) e Ademir Vieira, o Coringa (PSD). Também cotados para deputado federal, Flávio César (PT do B) e Carlos Augusto Borges, o Carlão (PSB), voltaram atrás e retiraram intenção em concorrer ao cargo eletivo.

“Desisti porque fiquei sem saber as regras do jogo para entrar em uma campanha complicada que poderia ajudar a eleger um peemedebista e não um candidato do meu partido”, justificou Carlão.

Para a Assembleia Legislativa, Mario Cesar (PMDB) e Paulo Pedra (PDT) recuaram da decisão de disputar uma das 24 vagas. Em contrapartida, permanecem firmes os vereadores Grazielle Machado (PR), Loester Nunes (PMDB), Paulo Siufi (PMDB), Vanderlei Cabeludo (PMDB), Herculano Borges (SD), Edson Shimabukuro (PTB) e Alceu Bueno (PSL).

O recuo de Mario Cesar, no entanto, está associado a mobilização parlamentar na Câmara Municipal para que permanecesse na presidência do Legislativo. A decisão também impactou na definição dos componentes da Mesa Diretora, a serem confirmados nesta quinta-feira (3), onde se priorizou por quem não será candidato. Dentre eles, estão Carlão e Paulo Pedra que, recentemente, confirmaram tal posicionamento.




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