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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

20/12/2012 12:00

Em consenso, vereadores definem reajuste de 31% no salário do prefeito

Luciana Brazil e Fabiano Arruda

O reajuste salarial que o prefeito eleito Alcides Bernal (PP) passará a receber em janeiro de 2013 será definido amanhã (20) na sessão extraordinária da Câmara Municipal de Vereadores. Os parlamentares decidiram, em consenso, o índice de 31% para o aumento que será votado em discussão única.

Os vereadores determinaram o valor depois de interromperem a sessão de hoje por 10 minutos para debater o assunto, já que o projeto não estava na pauta.

O salário do novo prefeito será instituído por meio de decreto legislativo, já que não chegou à Casa de Leis como mensagem do prefeito Nelson Trad Filho (PMDB).

O vereador Airton Saraiva (DEM) afirmou que o valor de 31% não causará grande impacto na folha de pagamento do município.

Por várias vezes Bernal negou o aumento salarial o que gerou discussões, inclusive, depois que os vereadores aprovaram o aumento do salário do legislativo.

Prejudicados com a decisão do prefeito eleito, servidores protestaram na manhã de hoje, na Câmara, pedindo que o legislativo aprovasse o reajuste. São 26 categorias que estão atreladas ao teto salarial do prefeito. Os servidores pediam que o aumento fosse de 72%.

Saraiva afirmou que, neste caso, o impacto seria muito maior. "Caso aprovado o reajuste de 72% o impacto seria de R$1,8 milhão na folha do município".

De acordo com o presidente da Câmara, Paulo Siufi (PMDB), as categorias ficariam prejudicadas se não houvesse o aumento. “Os salários desses servidores estão atrelados ao teto do prefeito. São funcionários de carreira”, afirmou.
Siufi alegou que a aprovação do salário é uma prerrogativa do legislativo e os parlamentares devem chegar a um acordo sobre o índice.

O vereador Lídio Lopes (expulso do PP) afirmou que Bernal não pode prejudicar os servidores e deixou uma sugestão. “Se ele não quiser, que ele doe para uma instituição”.

Uma questão de mérito, o vereador Mário Cesar (PMDB) alega que o salário não deve ser demagogia. “É uma questão de merecimento”. Segundo ele o salário do prefeito Nelson Trad Filho (PMDB) não sofre reajuste desde 2006. “Se fosse para repor as perdas desde a época, o reajuste seria de 75%.

Mario Cesar lembra que em Belo Horizonte o prefeito manteve o salário congelado e os servidores entraram na justiça contra Câmara.

 

 

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