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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

10/02/2015 09:43

Frustrado com partido, Fábio Trad deixa PMDB e pode ir para sigla nova

Kleber Clajus
Deputado anunciou desfiliação em postagem no Facebook (Foto: Divulgação)Deputado anunciou desfiliação em postagem no Facebook (Foto: Divulgação)

O ex-deputado federal Fábio Trad abriu mão de sua filiação no PMDB para seguir novo destino político, em partido existente ou novo. A medida anunciada no Facebook, nesta terça-feira (10), considerou o agravamento da falta de “coerência” e “ infeliz resultado eleitoral” que o colocou como suplente nas eleições do ano passado.

“Não entendo o partido e ele não faz questão de me entender. O processo veio se agravando e culminou com o infeliz resultado eleitoral. Refleti muito a ideia de buscar um reencontro do conceito que tenho de política e vou buscar um partido que tenha coerência entre o que prega e pratica. Se não existe, está para ser criado”, comentou Fábio Trad, por telefone.

Mesmo que prefira não “fulanizar” quanto a quem contribuiu para tal posicionamento, o ex-parlamentar afirmou estar ciente das consequências de sua decisão que podem tirar de vez possibilidade de retorno a Câmara dos Deputados. Ainda assim, reafirmou conhecer o caminho para não perder o mandato, caso tenha que assumir suplência.

“Nestes quatro anos de intensa dedicação ao mandato de deputado federal pelo PMDB, creio ter honrado a história do partido com uma atuação que procurou dignificar a política e enobrecer a essência da lógica parlamentar: fiscalizar com independência e legislar com competência. Das vezes que divergi tematicamente da maioria, fí-lo às claras com provas de boa-fé e arraigada convicção pessoal”, declarou no Facebook.

Recomeço – Ao pontuar “tempo de recomeço”, Fabio Trad se antecipa a saída do irmão e deputado estadual Marquinhos Trad, que também se declara insatisfeito com o PMDB e estuda deixar o partido para disputar a Prefeitura de Campo Grande.

Contudo, o ex-deputado federal nega que a decisão seja tomada em bloco, mas motivada por necessidade da busca de um “caminho que me dê paz na consciência, de que é um partido que tenha sinergia com as minhas aspirações”.

Eles podem ir para o Rede, partido que será criado pela ex-senadora Marina Silva. Outra opção é o PL, que está sendo articulado pelo ministro das Cidades, Gilberto Kassab. Ele pretende fundir o PSD para criar a nova sigla.



Eu muito sinceramente acho que não deveria existir partido politico no Brasil, assim como não deveria existir a quantidade de sindicatos que existe hoje, tanto o partido politico como o sindicato são parasitas que sugam o dinheiro, a energia e a dignidade dos cidadãos honestos de nosso país.
 
Max em 10/02/2015 10:57:52
Permanecer num partido que é conivente com a roubalheira institucionalizada na nação, que tem Rennan Calheiros, José Sarney, Romero Jucá, André Puccineli e tantos outros apoiadores da negociata,não dá.
Você é uma ilha isolada, dentro de um mar de promiscuidade.
Sempre receberá meu apoio e o meu voto. Procure um partido decente ( se é que ainda exista) e tenha confiança nos seus eleitores. Perder a vaga no Congresso para um Dagoberto Nogueira é dose, não tem cabimento, um retrocesso para a sociedade sul-mato-grossense! Boa sorte meu amigo.
 
Barbarossa em 10/02/2015 10:38:16
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