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Campo Grande, Segunda-feira, 23 de Abril de 2018

31/10/2017 08:45

Governador entrega reforma da previdência nesta tarde na Assembleia

Leonardo Rocha e Ricardo Campos Jr
Governador vai entregar projeto aos deputados, nesta tarde (Foto: Leonardo Rocha)Governador vai entregar projeto aos deputados, nesta tarde (Foto: Leonardo Rocha)

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) vai entregar hoje (31), a partir das 13h30, o projeto da reforma da previdência, na Assembleia Legislativa. A intenção é realizar uma reunião com os deputados, para explicar os detalhes da proposta, assim como já ocorreu em outros projetos importantes do executivo estadual.

Reinaldo já havia divulgado que está pauta é a prioridade no momento, alegando que se não tiver as mudanças necessárias, no futuro não vai dar para se pagar as contas. Ele divulgou um déficit de R$ 1,2 bilhão na previdência neste ano, além de citar que esta será a maior despesa prevista no orçamento do ano que vem.

O governador também adiantou que pretende aumentar a contribuição dos servidores e patronal, que hoje está em 11% e 22%, respectivamente. De acordo com a apuração do Campo Grande News, os funcionário terão que contribuir com 14%.

Outra mudança será o fato de ter um fundo único da previdência estadual e uma cobrança complementar. Reinaldo ainda adiantou que alguns temas, como tempo de contribuição e idade mínima ficariam para a definição federal, do presidente Michel Temer (PMDB), já que o Estado pode legislar apenas em alguns pontos sobre o tema.

Para o governador, o projeto da reforma da previdência não será para se "retirar direitos" e sim para "cortar privilégios". A proposta vem sendo estudada desde o começo do ano, mas vai entrar como prioridade neste momento, no legislativo estadual.



Existe uma CPI, pasmem, uma CPI! informando que a previdência federal não é deficitária. Então Exmo. Governador do Estado de Mato Grosso do Sul, basta apenas e tão somente cortar os privilégios de apaniguados, que não são poucos, já vai ser de grande valia para o erário de reposição previdenciária, agora cobrar mais 3% do funcionalismo não é justo.
 
TIJUANO em 31/10/2017 13:36:13
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