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22/02/2011 18:30

Governo diz que irá liberar parte das emendas cortadas do Orçamento

Paulo Fernandes
Senador Delcídio do Amaral (PT) ouviu da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, que recursos para manutenção de rodovias ainda serão liberados.Senador Delcídio do Amaral (PT) ouviu da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, que recursos para manutenção de rodovias ainda serão liberados.

Coordenador da bancada federal, o senador Delcídio do Amaral (PT) afirmou, nesta terça-feira, que boa parte dos R$ 106 milhões em emendas coletivas e individuais para Mato Grosso do Sul cortados pelo governo no Orçamento, ainda será liberado.

Em reunião com o senador, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, disse que as bancadas fizeram vários pedidos de verbas para recuperação de trechos diferentes da mesma rodovia e que elas serão consolidadas em uma única emenda por Estado, destinada especificamente à manutenção rodoviária.

“Com isso, poderemos recuperar pelo menos parte dos recursos que foram vetados para investimento nas BRs 262 e 163. Faremos isso a partir da articulação da bancada e do governo do Estado com o Ministério dos Transportes, definindo prioridades”, afirmou Delcídio.

O senador também pediu a liberação de recursos empenhados pelo governo dos Orçamentos de 2007, 2008 e 2009 e até agora não liberados.

“Mostrei à ministra a importância da liberação desses recursos para as prefeituras, que precisam investir em infraestrutura, saúde e educação. Muitas vezes são valores aparentemente pequenos, R$ 300 mil ou R$ 500 mil, mas que fazem uma falta tremenda, especialmente para os municípios menores, onde a arrecadação própria mal dá para fazer frente às despesas de custeio.

Ela se comprometeu a estudar o nosso pedido e vai, inclusive, conversar com o Ministro Luiz Sérgio (Articulação Política) e a presidente Dilma sobre o assunto”, disse.

Conforme a assessoria de imprensa do senador, Miriam Belchior disse que o maior compromisso do governo é de manter a inflação baixa. “O governo optou em cortar gastos justamente para não ter que subir as taxas de juros, que seria um remédio muito amargo no combate a inflação. Elevar os juros agora traria muitos prejuízos para a economia, porque a elevação acabaria se refletindo na taxa de câmbio, com uma queda ainda mais acentuada do dólar e a conseqüente perda da competitividade da indústria nacional, gerando desemprego”.

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