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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

11/04/2016 12:37

Governo diz que mantém diálogo e analisa melhoria sobre reajuste

Executivo Estadual e funcionários públicos se reuniram para discutir aumento

Mayara Bueno e Leonardo Rocha
Servidores se reuniram com o governo, nesta segunda-feira (11). (Foto: Leonardo Rocha)Servidores se reuniram com o governo, nesta segunda-feira (11). (Foto: Leonardo Rocha)

O governo estadual disse que manterá o diálogo com os servidores públicos e analisar o pedido de reajuste de 16,14%, embora tenha reafirmado dificuldades financeiras nesta segunda-feira (11). O Fórum dos Servidores e os secretários de Administração e Governo, Carlos Alberto Assis e Eduardo Riedel, além da vice-governadora, Rose Modesto (PSDB), passaram boa parte da manhã reunidos para discutir a situação.

Hoje, integrantes do Fórum reiteraram o pedido de reajuste, bem como apresentaram indicativo de greve geral. Eles não aceitam o abono de R$ 200 oferecido pelo Executivo Estadual na semana passada.

Para o titular da Administração, Carlos Alberto, a reunião foi positiva e, mesmo que seja mantido o aumento, a ideia é ouvir as propostas de cada setor. Ao todo são 22 categorias e 45 mil servidores públicos estaduais. Depois desta fase, afirmou, o governo vai ouvir “sindicato por sindicato” para que cada um consiga avançar em “suas questões específicas”.

Voltou a dizer do “momento complicado” e que “requer cautela”. “É muito melhor fazer este enfrentamento sobre os valores com os servidores do que aceitar a proposta e não ter como pagar o reajuste”, disse.

Presidente da ABSS (Associação dos Subtenentes, Sargentos e Oficiais), Tiago Monaco Marques disse que o indicativo de paralisação se mantém, uma vez que o abono de R$ 200 também foi mantido. Ele afirma que os servidores esperam que até 2 de maio o governo melhore a proposta. “Vamos esgotar todas as possibilidades”.

Ficou combinada nova reunião em 18 de abril, às 9 horas, no Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul). A intenção do Fórum é apresentar na ocasião uma pesquisa encomendada pelo grupo sobre números do Executivo Estadual. Segundo ele, o governo teve superávit de R$ 541 milhões em 2015.

Sobre uma possível greve, Assis afirmou a promessa de diálogo até o fim de abril e começo de maio. “Não queremos que os servidores cheguem a isso. O governo continua aberto ao diálogo”, conclui. Se a paralisação acontecer mesmo, podem parar as atividades do pessoal ligado à saúde, segurança, além dos administrativos da educação.



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