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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

17/11/2015 17:00

João Amorim e Elza Cristina são os últimos a chegar ao MPE para depor

Alan Diógenes e Michel Faustino
João Amorim (de branco) e Elza Cristina chegaram com o advogado Benedicto Arthur de Figueiredo e não quiseram falar com a imprensa. (Foto: Gerson Walber)João Amorim (de branco) e Elza Cristina chegaram com o advogado Benedicto Arthur de Figueiredo e não quiseram falar com a imprensa. (Foto: Gerson Walber)
Engenheiro Donizete Rodrigues (ao meio) chegou para depor acompanhado dos advogados Lucas Lemes Navarro (à direita) e César José Maksoud (à esquerda) . (Foto: Gerson Walber)Engenheiro Donizete Rodrigues (ao meio) chegou para depor acompanhado dos advogados Lucas Lemes Navarro (à direita) e César José Maksoud (à esquerda) . (Foto: Gerson Walber)

O principal investigado da Operação Lama Asfáltica, o empresário dono da Proteco, João Alberto Krampe Amorim dos Santos, e sua secretária e sócia, Elza Cristina Araújo dos Santos, foram os últimos envolvidos a chegarem ao MPE (Ministério Público Estadual) para prestarem depoimento na tarde desta terça-feira (17). Eles chegaram acompanhados do advogado Benedicto Arthur de Figueiredo Neto.

Ambos chegaram no veículo do próprio advogado. Com o semblante que demonstrava tranquilidade não quiseram falar com a imprensa sobre as acusações. Um pouco antes da chegada dos dois, o engenheiro Donizete Rodrigues da Silveira, também chegou acompanhado dos advogados Lucas Lemes Navarro e César José Maksoud e evitou falar com os jornalistas.

Lama Asfáltica - Esta etapa da Operação Lama Asfáltica investiga desvios de dinheiro em obras de estradas em Mato Grosso do Sul. Conforme auditoria realizada pela Secretaria de Obras, em três obras de conservação de estradas estaduais na região pantaneira, o prejuízo teria somado R$ 11,8 milhões.

Na MS-228, trecho Entroncamento MS/427-Fazenda Imaculada, um contrato foi cumprido, mas em três quilômetros o revestimento primário ficou com pouca espessura e a qualidade do material discutível.

Já o segundo contrato, que previa a recuperação de 42 km, o serviço só foi feito em 23,2 km, mas houve o pagamento de R$ 5.014.900,8, quando o correto seria pagar R$ 2.052.764,80, resultando numa diferença de R$ 2.962.136,00 pagos indevidamente.

Na MS-171 ,entre a BR-262 e o km 90 em Aquidauana, a planilha inicial previa 90 quilômetros de cascalhamento , mas só e foram encontrados aproximadamente 63,2 km. A empreiteira recebeu R$ 4.541.457,94, mais só executou serviços que custaram R$ 1.877.473,38, ou seja, foram pagos indevidamente R$ 2.663.984,56.

Na MS-184, onde a planilha inicial previa 50 km de cascalhamento, só foram feitos 35,2 km . Pagou-se e R$ 7.801.935,44, mas só houve execução de R$ 1.530.036,22. Isto gerou uma diferença de R$ 6.271.899,22, valor pago indevidamente.



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